Item 363 - Lumen: a vida e o ideal / Dir. Severino de Carvalho; Ed. Joaquim Madureira. Prop. Grupo Lumen. Lisboa: Imprensa Lucas

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Código de referência

PT-AHS-ICS-PQ-J-363

Título

Lumen: a vida e o ideal / Dir. Severino de Carvalho; Ed. Joaquim Madureira. Prop. Grupo Lumen. Lisboa: Imprensa Lucas

Data(s)

  • ? (Produção)

Nível de descrição

Item

Dimensão e suporte

vários exemplares; Revistas; papel

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Nome do produtor

(1867 - 1957)

História biográfica

Nascido na vila de Coja, Arganil, Coimbra, em 1867 e falecido em 1957, aos 90 anos de idade, Severino Augusto Fernandes de Carvalho deixou-nos uma sementeira de ideias que germinou e deu frutos. Filho de família de algumas posses, chegou à Universidade abandonando-a em 1892, por não querer ser padre, conforme desejos da família. Foi então trabalhar num cartório de notário e mais tarde residir e trabalhar em Lisboa, vindo a ser elemento importante na livraria Bertrand. E foi a partir de sua posição nessa livraria que os portugueses puderam ver publicados os primeiros livros sobre sindicalismo, então traduzidos por Emílio Costa. O próprio Severino traduziu e publicou as obras mais importantes de Emílio Zola e, com pseudónimo de Bel Adam, dirigiu a revista anarquista Lúmen, de parceria com Brás Burity, pseudónimo de Joaquim Madureira. Constituiu o Grupo de Estudos Sociais Germinal e como anarquista foi dos primeiros a colaborar na imprensa, semeando as suas ideias. Foi esse grupo responsável pela revista Germinal, onde colaboravam Emílio Costa, Adolfo Lima, César Porto e outros intelectuais entusiasmados com o anarquismo. Os seus trabalhos vieram a provocar polémicas ideológicas, mas a sua obra teve o mérito de servir de tractor na abertura dos caminhos pedregosos por onde passariam, mais tarde, muitos libertários. Escreveu muito na imprensa operária, anarco-sindicalista e anarquista, e publicou folhetos, tornando-se um dos primeiros a escrever sobre anarquismo com o pseudónimo de Bel Adam. (Rodrigues, 1982)

Severino de Carvalho, envolveu-se no movimento cultural anarquista do começo do século XX, em especial na criação do Teatro Livre (1902-08), cujo mote era “Redimir pela Arte, vencer pela Educação”, e na implementação, a partir de 1910, de um modelo de ensino inovador na Escola Oficina n.º 1 na Graça, em Lisboa. (Moura-Carvalho, 2018).

Entidade detentora

História do arquivo

Fonte imediata de aquisição ou transferência

Zona do conteúdo e estrutura

Âmbito e conteúdo

Existências: Vol I, Nº 1 - Nº 12 (1911-1912); Vol II, Nº 13 - Nº 24 (1912-1913)

Avaliação, seleção e eliminação

Incorporações

Sistema de organização

Zona de condições de acesso e utilização

Condições de acesso

Condiçoes de reprodução

Idioma do material

    Sistema de escrita do material

      Notas ao idioma e script

      Características físicas e requisitos técnicos

      Instrumentos de descrição

      Zona de documentação associada

      Existência e localização de originais

      Existência e localização de cópias

      Unidades de descrição relacionadas

      Descrições relacionadas

      Zona das notas

      Identificador(es) alternativo(s)

      Pontos de acesso

      Pontos de acesso - Assunto

      Pontos de acesso - Local

      Pontos de acesso - Nomes

      Pontos de acesso de género (tipologias documentais)

      Identificador da descrição

      Identificador da instituição

      Regras ou convenções utilizadas

      Estatuto

      Nível de detalhe

      Datas de criação, revisão, eliminação

      alterado produtor para Severino Carvalho, acrescentada referência de acesso digital externo, data de produção revista, 2023.08, ip

      Línguas e escritas

        Script(s)

          Fontes

          Área de ingresso