Monarquia Constitucional (1820-1910)

Área de elementos

Taxonomia

Código

Nota(s) de âmbito

    Nota(s) da fonte

      Mostrar nota(s)

        Termos hierárquicos

        Monarquia Constitucional (1820-1910)

        Monarquia Constitucional (1820-1910)

        Termos equivalentes

        Monarquia Constitucional (1820-1910)

          Termos associados

          Monarquia Constitucional (1820-1910)

          33 Descrição arquivística resultados para Monarquia Constitucional (1820-1910)

          16 resultados diretamente relacionados Excluir termos específicos
          Arquivo Casa Agrícola da Herdade da Palma
          PT/AHS-ICS/HP · Fundo · 1873-1960

          Inclui livros de «Documentos de despesas na Lavoura» e «Livros de Folhas de Férias» relativos àquela casa agrícola para o período que vai de 1863 a 1960.

          Sociedade Agrícola Herdade da Palma
          Arquivo da Casa Barão de Almeirim
          PT/AHS-ICS/CBA · Fundo · 1794-1959

          Documentação notarial (certidões de nascimento, casamento e óbito; testamentos e escrituras de partilhas; escrituras de propriedades; autos de penhora e certidões de hipoteca, etc.) e documentação relativa à gestão da casa agrícola (livro mestre das propriedades da casa; livros de registo de gado; índice dos foreiros lavradores; livros do registo diário de trabalho; folhas de ponto de rancho e de criados da lavoura; livros de caixa e contas correntes; mapas de «férias de pessoal»; correspondência comercial; facturas, etc.). Cobre o período de 1835 a 1959.

          Casa Barão de Almeirim
          Cartas de Jaime Batalha Reis para Celeste Cinatti
          PT/AHS-ICS/MFM-AI-1 · Série · 1869-1872
          Parte de Colecção Maria Filomena Mónica

          No Espólio de Jaime Batalha Reis, depositado na Biblioteca Nacional, no Arquivo de Cultura Portuguesa Contemporânea, existem perto de 600 cartas de Jaime Batalha Reis para Celeste Cinatti. Da extensa correspondência trocada entre ambos a que resta é, na sua quase totalidade, da autoria do primeiro. A sua filha mais nova, Beatriz, que organizou o Espólio do pai, explica a razão. A mãe, antes de morrer, pedira ao marido que queimasse as cartas que lhe escrevera. Jaime Batalha Reis hesitou, hesitou durante trinta anos. Foi só nesse ano de 1930 que as releu, confidenciando às filhas:"[...] sinto-me tão enamorado dela como estava então". Conta Beatriz que "a voz se lhe embargou e os olhos se lhe encheram de lágrimas." Como última prova de amor fez-lhe a vontade. Queimou-as quase todas, deixando apenas poucas e de difícil leitura. O critério que nos norteou na escolha das duzentas e trinta e seis cartas agora colocadas ao dispor dos investigadores, foi o de dar a conhecer algumas das que nos pareceram mais significativas para a caracterização dos sentimentos, hábitos e pensamento da burguesia de meados do século XIX. Foi possível fixar a data do início da correspondência, até agora em dúvida, graças a uma carta de Celeste Cinatti - das poucas que se salvaram - a partir da qual podemos datar de 1868 o início da relação epistolar.
          Todas as cartas estão numeradas de 1 a 236. Foram transcritas na íntegra, embora oito estejam incompletas. Existem muitas fragmentadas, outras delidas pelo tempo, cuja leitura é ininteligível. A transcrição apresentou diversas dificuldades em relação à escrita, frequentemente cruzada, isto é, escrita à largura do papel sobrepondo-se a continuação na vertical. A datação apresentou também alguns problemas, pois poucas cartas foram datadas pelo autor. Em muitos casos, a datação é da nossa responsabilidade baseada em acontecimentos ou actividade de personalidades nelas referidas e, então, aparece entre parênteses rectos. A falta de indicadores credíveis levou-nos, com frequência, a interrogar a datação. O local de emissão mereceu tratamento idêntico, pois quando a atribuição é nossa, também aparece entre parênteses rectos ou interrogado. Na cabeça da carta, além do número, à esquerda, aparece, à direita uma letra, e um conjunto de algarismos. Trata-se da cotação do documento: E4 designa Espólio de Jaime Batalha Reis; o número que se lhe segue, 57, 58, 59 ou 60, corresponde ao número das caixas onde as cartas estão guardadas, os dois seguintes representam a pasta e a posição da carta dentro desta. Exemplo: E4/57-1 (3). O investigador notará que as cotas das cartas não são sequenciais pois a organização inicial dispersou a maior parte delas, mantendo juntas apenas aquelas em que o autor designava o local donde tinham sido enviadas ou as que referiam um acontecimento relevante. A ortografia foi actualizada e os erros e lapsos corrigidos, o que sempre se assinalou. Moderou-se a pontuação e abriram-se alguns parágrafos.

          Cabe-me agradecer ao Doutor Marques da Costa, um dos primeiros investigadores a interessar-se por Jaime Batalha Reis, o ter-me facultado as cartas que já havia transcrito. E, finalmente, a minha gratidão à Doutora Filomena Mónica que, com o seu incitamento, ralhetes e empurrões me levou a terminar um trabalho iniciado há muitos anos e constantemente interrompido.

          Maria José Marinho
          Lisboa, Dezembro, 2006

          Reis, Jaime Batalha.
          Coleção Ana Vicente
          PT/AHS-ICS/AV · Fundo · 1885-1982

          Conjunto de publicações preservadas por Ana Vicente, cujo eixo temático é o género feminino. Tratam-se de publicações maioritariamente produzidas no contexto português, contendo também publicações de âmbito internacional (França, Espanha e Inglaterra).

          Vicente, Ana
          Colecção Maria Filomena Mónica
          PT/AHS-ICS/MFM · Fundo · 1834 - 2006

          Documentação de apoio à investigação sobre correspondência (1869-1872) entre Jaime Batalha Reis e Celeste Cinatti; correspondência (1852-1889) da família de Rio Maior; Discursos parlamentares (1834-1910); o concurso público que Eça de Queirós não ganhou (1870 - 1871), produzida por Maria Filomena Mónica, até 2006. Integra em digital levantamentos e transcrições de fontes manuscritas.

          Mónica, Maria Filomena.
          PT/AHS-ICS/MFM-AI-2 · Série · 1852-1889
          Parte de Colecção Maria Filomena Mónica

          Este fundo reúne a transcrição da correspondência da família de Rio Maior, num total de 1740 cartas. A maior parte, 1138, são da mãe Isabel, a 3.ª condessa de Rio Maior, para seus filhos António e José: 486 cartas dirigem-se ao filho António (cobrindo os anos de 1852-58 e 1860-63); e 652 cartas são para o filho José (abrangendo, sensivelmente, o período de 1854-1889). Já as cartas do conde de Rio Maior para os filhos não vão além de três, sendo de admitir que muitas se tenham perdido.
          Este fundo reúne ainda as cartas de ambos os filhos para os pais: 120 do António e 447 do José, o que perfaz um total de 567 cartas. A esmagadora maioria dirige-se à mãe Isabel e raras são as que se destinam ao pai.
          Por fim, reúne cartas do preceptor, Caetano Franco de Sousa, que acompanhou António e José na sua estadia na Universidade de Coimbra, bem como de figuras ligadas àquela cidade, casos de Bernardo da Silva Carneiro e Raimundo V. Rodrigues. E ainda cartas de Bárbara de Saldanha.
          As cartas estão divididas em subseries: Cartas da Condessa para o filho António; Cartas da Condessa para o filho José, Cartas dos filhos António e José para os pais; Cartas de Bárbara de Saldanha, casada com o filho João; Cartas de Caetano Franco de Sousa; Cartas de Raimundo Venancio Rodrigues; Cartas de Bernardino Carneiro e Cartas de Charles de Almeida.

          Em toda a correspondência, foi mantida a ortografia da época e a dos seus respectivos autores.

          Oliveira e Sousa. Familia, condes e marqueses de Rio Maior
          Espólio Alfredo Henrique da Silva
          PT/AHS-ICS/AHSilva · Fundo · 1878-1972

          Espólio pessoal, com documentação referente à Comissão Administrativa da Câmara Municipal do Porto (1911-14); ao Instituto Industrial e Comercial do Porto (1884-1939); anti-esclavagismo (1895-1938); I Guerra Mundial (1914-1919); Igreja Evangélica Metodista Portuguesa (1920-23); bem como Missões em África (1896-1949); e sobre a Lei da separação do Estado e da Igreja (1910-44); Defesa de Roberto Ndevu Mashaba, metodista moçambicano, preso pelo regime português e desterrado para Cabo Verde (1896-1925); que foram algumas das actividades e interesses de Alfredo Henrique da Silva; bem como correspondência e documentos pessoais.

          Silva, Alfredo Henrique da.
          Espólio Pinto Quartin
          PT/AHS-ICS/PQ · Fundo · 1883-1970

          Espólio pessoal de António Tomás Pinto Quartin, constituido quer por documentação de natureza pessoal, quer por panfletos, brochuras, jornais, revistas, e alguns objectos que foi acumulando. Espelha a actividade jornalística e política de Pinto Quartin, contendo ainda correspondência pessoal com políticos e intelectuais da época, e vários dos seus interesses culturais, com especial ênfase no teatro. Espelha também a relação conjugal de longa data (de 1916 a 1970) com Deolinda Lopes Vieira (1888 - 1993), professora primária.
          Reúne fontes de grande potencial para a história social e política dos últimos anos da Monarquia Constitucional e da I República e para o estudo da Oposição política ao Estado Novo, cobrindo sensivelmente o período que vai de finais do século XIX até aos anos 50 do século XX.

          Quartin, António Tomás Pinto.