Série 01 - Partidos Políticos

PCP - Campanha de Fundos PCP - Contra os incendiários Justiça Popular. Campanha de solidariedade para a reconstrução dos c... OCMLP - Viva o Partido Reconstruído PCP(R) - Março de 1921-Março de 1976. 55 anos de lutas dos comunistas portugueses PCP(R) - Viva o 2º Congresso PCP(R) - Viva o 2º Congresso. Pela democracia popular. Pelo socialismo PCP(R) - Comício. Encerramento do II congresso PCP(R) - Unidade do povo contra o fascismo PCP(R) PCP(R) - Os Ricos que Paguem a Crise! PCP(R) - Spinola, Pides, Fascistas para a Prisão! Julgamento popular! PCP(R) - Por um governo do 25 de abril do Povo PCP(R) - A classe operária vai ter de novo o seu partido UDP - Em frente com o Segundo Congresso UDP - 2º Congresso. Congresso na luta UDP - 3º Congresso UDP - "Unir o Povo contra a miséria, o fascismo e o imperialismo" GDUP - "Povo Trabalhador Unido Contra o Fascismo Povo Trabalhador Unido para o Socialismo" GDUP - Em frente pela Unidade Popular GDUP - EFACEC
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Código de referência

PT-AHS-ICS-ACP-ICON-AUT-01

Título

Partidos Políticos

Data(s)

  • 1975 - 1978 (Produção)

Nível de descrição

Série

Dimensão e suporte

21 autocolantes.

Zona do contexto

Nome do produtor

(1921 -)

História administrativa

O Partido Comunista Português (PCP) é um partido político de inspiração marxista-leninista e socialista, organizado no molde do centralismo democrático. É o mais antigo partido político português com existência ininterrupta. O espectro político do PCP é definido como sendo de esquerda a extrema-esquerda. Desde 1987, concorre a quaisquer eleições nacionais, autárquicas e europeias em coligação com o Partido Ecologista "Os Verdes" (PEV), reunidos na Coligação Democrática Unitária (CDU).

O PCP tem deputados na Assembleia da República e no Parlamento Europeu, onde integra o grupo Esquerda Unitária Europeia/Esquerda Nórdica Verde. Depois da morte do secretário-geral do PCP, Bento Gonçalves, no campo de concentração do Tarrafal, o Partido passou por um período, de 1942 até 1961, sem secretário-geral. Em 1961, é eleito o líder histórico Álvaro Cunhal. Em 1992, é sucedido por Carlos Carvalhas, e em 2004 é Jerónimo de Sousa o escolhido pelo Comité Central para Secretário-Geral do PCP, até 2022, quando é eleito Paulo Raimundo para o cargo.

O Partido foi fundado em 1921, e em 1922 estabeleceu contactos com a Internacional Comunista (Comintern), tornando-se em 1923 a secção Portuguesa do Comintern. Ilegalizado no fim dos anos 1920, o PCP teve um papel fundamental na oposição ao regime ditatorial conduzido por António de Oliveira Salazar e Marcello Caetano. Durante as cinco décadas de ditadura, o PCP participou ativamente na oposição ao regime e era o Partido mais organizado e mais forte da oposição. Foi suprimido constantemente pela polícia política, a PIDE, que obrigou os seus membros a viver clandestinamente, sob a ameaça de serem presos, torturados ou assassinados. A capacidade de adaptar a sua organização à conjuntura política interna e externa, e a capacidade de recuperação de uma organização política sujeita à frequente repressão e violência política, foram importantes fatores que garantiram a sua continuidade. Após a revolução dos cravos, em 1974, os seus 36 membros do Comité Central de então já tinham, em conjunto, cumprido 308 anos de prisão.

Após o fim da ditadura, o Partido tornou-se numa principal força política do novo regime democrático, mantendo o seu "papel de vanguarda ao serviço dos interesses de classe dos trabalhadores, do processo de transformação social, para a superação revolucionária do capitalismo" a assumir o Marxismo-Leninismo como a sua base teórica, a concepção materialista e dialética do mundo como "instrumento de análise e guia para a acção, imprescindível para a interpretação do mundo e para a sua transformação revolucionária", a rutura com a política de direita, a concretização de uma alternativa patriótica e de esquerda e a realização do seu programa de uma "Democracia Avançada com os valores [da revolução] de Abril no futuro de Portugal, o socialismo e o comunismo". O Partido é popular em vastos sectores da sociedade Portuguesa, particularmente nas áreas rurais do Alentejo e Ribatejo e áreas industrializadas como Lisboa e Setúbal, onde lidera vários municípios.

O PCP publica o jornal semanário Avante!, fundado em 1931, e a revista bimensal O Militante. A sua ala jovem é a Juventude Comunista Portuguesa, membro da Federação Mundial da Juventude Democrática.

Nome do produtor

(1973 -1976)

História administrativa

A Organização Comunista Marxista-Leninista Portuguesa resultou da fusão, no final de 1972, de O Comunista e de O Grito do Povo, grupos que se organizavam em torno de publicações com o mesmo nome.
O Grito do Povo surge no Porto em finais de 1969 a partir de sectores ligados ao meio estudantil, aos chamados Comités de Base, e a zonas do operariado local. Reflecte a ambiência cultural e juvenil portuense e a influência do Maio de 68, bem como marcas difusas de trotskismo, maoismo e socialismo radical. Apesar da base estudantil, O Grito do Povo procura penetrar nos meios fabris criando os Comités Operários, organização sindical clandestina. Em 1971 começa a publicação do jornal o “O Grito do Povo” e são lançados os Comités Revolucionários de Estudantes Comunistas (CRECs), que editam “Viva a Revolução”, e a estrutura frentista Núcleos Sindicais de Base. Implantado no Porto, estenderá a sua influência também a Coimbra.
O Comunista foi criado em Paris em 1968 por Hélder Costa e elementos vindos do Comité Marxista-leninista Português (CMLP) e do Partido Comunista Português (PCP). A partir de Dezembro de 1968 edita o jornal “O Comunista”. Revelando inicialmente alguma sedução pelo guerrilheirismo e rejeitando o centralismo democrático, o grupo não se via como vanguarda e apresentava uma estrutura federalista, dispondo os núcleos de considerável autonomia. Defendendo a luta armada, O Comunista assume alguma continuidade relativamente à Frente Acção Popular (FAP).
O Grito do Povo estabeleceu desde 1969/1970 contactos com O Comunista, que se consolidam entre 1970 e 1972. Este processo de aproximação, reflectindo-se em debates ideológicos em torno do federalismo e do centralismo democrático, levou a cisões, como o abandono do Núcleo Maria Albertina e do Núcleo José de Sousa.
A OCMLP desenvolverá importante actividade através dos núcleos no estrangeiro, nomeadamente em França junto da emigração, com imprensa própria e actividades culturais. O activismo anticolonial era uma dos vectores principais da actividade da organização. Para desenvolver trabalho nas Forças Armadas foram criados os Comités de Soldados e Marinheiros Vermelhos e foram ainda dinamizados Comités de Desertores em França, Holanda, Dinamarca e Suécia.
A partir de 1973/1974 a organização viu-se fragilizada por algumas prisões, disputa acesa pelo poder e violentas dissidências internas. Depois de 25 de Abril de 1974 estimula a criação da Frente Eleitoral de Comunistas (Marxistas-leninistas) [FEC (ml)] que participou nas eleições para a Assembleia Constituinte. Em 1976, juntamente com o CMLP e a Organização Revolucionária Portuguesa Comunista (marxista-leninista) [ORPC (ml)], está na criação do Partido Comunista Português (Revolucionário) [PCP (R)].

Nome do produtor

(1975 - 1992)

História administrativa

Nome do produtor

(1974-1983)

História administrativa

A União Democrática Popular surge a 16 Dezembro de 1974 a partir da fusão do Comité de Apoio à Reconstrução do Partido Marxista-Leninista [CARP (ml)], dos Comités Comunistas Revolucionários Marxistas-Leninistas [CCR (ml)] e da Unidade Revolucionária Marxista-Leninista (URML), reivindicando a sua génese numa “cisão revolucionária” no Partido Comunista Português (PCP) em 1964 que se consubstanciaria no Comité Marxista-Leninista Português (CMLP) e nos referenciais da “Revolução Democrática Popular” e da “aliança operária-camponesa”. Já o Partido Comunista Português (Reconstruído) [PCP (R)] resultou da união em 1975 de pequenos colectivos maoístas que estiveram na origem da sua frente de massas, a UDP. Foram eles o CMLP, a Organização para a Reconstrução do Partido Comunista (marxista-leninista) [ORPC (ml)] e parte da Organização Comunista Marxista-Leninista Portuguesa (OCMLP). A partir de 1977, com o ascendente de Diógenes Arruda, o PCP (R) optaria pela linha albanesa.
Com o 25 de Abril de 1974 os elementos e organizações que viriam a convergir na UDP e no PCP (R) empenham-se no acelerar do processo revolucionário e de descolonização, nas intensas lutas populares, na vaga grevista e no vasto movimento social. Fomentam a criação de vários órgãos populares e organizações como a Associação de Ex-Presos Políticos Antifascistas (AEPPA). Em Junho de 1974 iniciava-se a publicação de “Voz do Povo”, que viria a ser o órgão da UDP. Os históricos Francisco Martins Rodrigues, Rui d’Espiney e João Pulido Valente juntam-se depois do 25 de Abril ao CARP (m-l) que, com a URML e os CCR (m-l), impulsionaria a criação da ORPC (m-l), da UDP em Dezembro de 1974 e do PCP (R) em 1975. Sob a bandeira marxista-leninista e da “democracia popular” e colocando-se claramente do lado da revolução e da mobilização das massas populares durante o processo revolucionário, a UDP elegerá o deputado Américo Duarte (em substituição de João Pulido Valente) à Assembleia Constituinte em Abril de 1975. Em 1976, elegerá o deputado Acácio Barreiros à Assembleia da República e fará parte dos Grupos Dinamizadores de Unidade Popular (GDUP) que apoiam a candidatura presidencial de Otelo Saraiva de Carvalho. Em 1979 elegerá Mário Tomé para a Assembleia da República.
Depois de vários processos de aproximação a outras forças políticas, cisões internas e a presença em várias legislaturas, a UDP seria uma das forças que estaria na criação do Bloco de Esquerda em 1999 e em 2005 transformou-se em associação política.

Entidade detentora

História do arquivo

Fonte imediata de aquisição ou transferência

Zona do conteúdo e estrutura

Âmbito e conteúdo

Avaliação, selecção e eliminação

Ingressos adicionais

Sistema de organização

A série é composta por 21 itens organizados da seguinte forma:

ICON-AUT-01-001 - Campanha de Fundos (PCP)
ICON-AUT-01-002 - Campanha para a reconstrução dos centros de trabalho (PCP)
ICON-AUT-01-003 - Organização Comunista Marxista-Leninista Portuguesa (OCMLP)
ICON-AUT-01-004 - 55 anos de lutas dos comunistas portugueses (PCP/R)
ICON-AUT-01-005 - Viva 2º Congresso (PCP/R).
ICON-AUT-01-006 - Viva o 2º Congresso. Pela democracia popular. Pelo socialismo (PCP/R).
ICON-AUT-01-007 - Comício. Encerramento do 2º congresso (PCP/R)
ICON-AUT-01-008 - Unidade do povo contra o fascismo (PCP/R)
ICON-AUT-01-009 - PCP(R)
ICON-AUT-01-010 - Os Ricos que Paguem a Crise! (PCP/R)
ICON-AUT-01-011 - "Spinola, Pides, Fascistas para a Prisão! Julgamento popular!" (PCP/R)
ICON-AUT-01-012 - Por um governo do 25 de abril do Povo (PCP/R)
ICON-AUT-01-013 - A classe operária vai ter de novo o seu partido! (CMLP; OCMLP; ORPCML)
ICON-AUT-01-014 - Em frente com o Segundo Congresso (UDP)
ICON-AUT-01-015 - 2º Congresso - Congresso na luta (UDP)
ICON-AUT-01-016 - 3º Congresso (UDP)
ICON-AUT-01-017 - "Unir o Povo contra a miséria, o fascismo e o imperialismo" (UDP)
ICON-AUT-01-018 - "Povo Trabalhador Unido Contra o Fascismo (GDUP)
ICON-AUT-01-019 - Em frente pela Unidade Popular - Concelho de Cascais (GDUP)
ICON-AUT-01-020 - Grupo Dinamizador Unidade Popular - EFACEC (GDUP)
ICON-AUT-01-021 - Em frente com o Congresso Nacional - Concelhia da Mota (GDUP)

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Condições de acesso

Presencial, com marcação prévia.

Condiçoes de reprodução

Idioma do material

  • português

Script do material

Notas ao idioma e script

Características físicas e requisitos técnicos

Instrumentos de descrição

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Existência e localização de originais

Existência e localização de cópias

Unidades de descrição relacionadas

Descrições relacionadas

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