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          25 Descrição arquivística resultados para Américas

          PT AHS-ICS CAHS-MNA-093 · Item · 1973-01
          Parte de Colecção Arquivo de História Social

          Edição do Movimento Liberazione e Sviluppo - Gruppo di Roma

          Exportações e Importações italianas para Moçambique, Angola e Guiné-Bissau (1965-1970).
          Lista de armamento dado a Portugal por membros da Nato: Estado Unidos da América, Holanda, França, Canadá, Inglaterra.

          Movimento Liberazione e Sviluppo
          PT AHS-ICS DIV-02B-202210b · Item · 2022
          Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

          FILHO, Macioniro Celeste. “A Escola Nova autoritária proposta nos primórdios do Estado Novo em Portugal” in Revista Brasileira de História da Educação, Volume 22, e238, 2022, pp. 1-40.

          Em 1934, no começo do Estado Novo em Portugal, foi proposta a implantação da Escola Nova nas escolas portuguesas. A concepção dessa Escola Nova foi então instrumentalizada para se adaptar a um regime autoritário, em processo de consolidação nesse país. Concebia-se, então, uma Escola Nova autoritária. É propósito deste artigo apresentar contextualizadamente a campanha pela Escola Nova divulgada pelo jornal Diário da Manhã, órgão do regime salazarista. A metodologia utilizada foi a de pesquisa e análise documental, tendo como fonte privilegiada os editoriais sobre o tema publicados no Diário da Manhã. É objetivo deste trabalho compreender e elucidar os processos de ressignificação autoritária que as ideias da Escola Nova tiveram no início do Estado Novo em Portugal.

          Boletim do SIPE n. 8.
          PT AHS-ICS JB-ME-AAC-090 · Item · 1965
          Parte de Colecção José Barreto

          Boletim do Secretariado de Informação, Propaganda e Estatística da AAC: destaque para telegrama de solidariedade aos estudantes portugueses enviado pela Associação Nacional dos Estudantes dos Estados Unidos a Oliveira Salazar.

          Colecção Export
          PT AHS-ICS EXP · Fundo · 2023-2024

          O projeto “Export Portugal: Cultural Diplomacy and the Rebranding Strategies of the Estado Novo in the United States” analisa a forma como o Estado Novo utilizou a diplomacia cultural e estratégias de re/branding nacional nos Estados Unidos entre 1933 e 1974.

          A coleção contém as transcrições digitais de sete entrevistas de história oral da série “The Carnation Revolution and Portuguese Immigrant Communities in the United States”, realizadas por Miguel Moniz no âmbito do projeto.

          Miguel Moniz
          Colecção Nuno Gonçalo Monteiro
          PT AHS-ICS NGM · Fundo · 1735-1904

          Colecção constituída por documentos originariamente pertencentes a casas nobiliárquicas dos séculos XVII a XIX, nomeadamente dos Duques de Lafões, Marqueses de Abrantes e Condes de Vila Nova, Marqueses de Marialva, Marqueses de Valença e Casa de Trofa, e ainda por três livros de negociantes do século XIX.

          Monteiro, Nuno Gonçalo. 1955
          PT AHS-ICS DIV-02B-202410 · Item · 2024
          Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

          MORAES DE ALMEIDA, J.; FLORENCE GIESBRECHT, D. “Criar cidadãos perfeitos para uma República máscula, forte e virtuosa”: o Primeiro Congresso Nacional Feminista e de Educação em Lisboa (1924) e a modernização da desigualdade. Revista de História Regional, [S. l.], v. 29, 2024. DOI: 10.5212/Rev.Hist.Reg.v.29.23653. Disponível em: https://revistas.uepg.br/index.php/rhr/article/view/23653. Acesso em: 6 nov. 2024.

          Organizado pelo Conselho Nacional das Mulheres Portuguesas (CNMP), o Primeiro Congresso Feminista e de Educação ocorreu entre os dias 4 e 9 de maio de 1924, em Lisboa. Na ocasião, foram apresentadas e discutidas teses que versaram sobre temáticas relacionadas aos direitos políticos e cívicos, à educação, à assistência social, à higiene e saúde da mulher. Aproveitando a efeméride, propomos uma análise historicizada do evento, especialmente de algumas das teses, que mobilize reflexões sobre as relações intrínsecas entre certo feminismo e um projeto de nação higienista, focado no aprimoramento da raça. Sem querer reduzir as expressões feministas do início do século XX a uma definição engessada – mesmo porque os conflitos no interior do CNMP apontam para uma variedade de posturas relativamente à emancipação do sexo feminino –, pretendemos chamar a atenção, tal qual Susan Besse bem delineou ao estudar o caso brasileiro, para uma “modernização da desigualdade”. Para a historiadora, o casamento, a sexualidade, a maternidade e a educação feminina – temáticas recorrentemente presentes nas discussões feministas do final dos Oitocentos e nas primeiras décadas do século XX – adquiriram enorme importância, uma vez que a “reprodução limpa” foi encarada como forma de superar o atraso e a degeneração de determinadas nações. Assim, nossa hipótese é a de que o feminismo institucional representado pelo CNMP, ao reivindicar dignidade e igualdade de oportunidade às mulheres, encontrou lugar no engenhoso projeto de reforma social fundamentada em preceitos eugênicos, sustentados, principalmente, através do discurso médico-antropológico. Neste, “a mulher” foi convocada a carregar o pesado fardo de civilizar sua família, assumindo um papel fundamental ao Estado, embora conservador: o de esposa e mãe, educada para administrar o lar e criar “cidadãos perfeitos para uma República máscula, forte e virtuosa” – palavras de Julieta Ribeiro, autora da tese A mulher naturista.

          PT AHS-ICS DIV-02B-202007 · Item · 2020-07
          Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

          Martins, Ernesto Candeias (2020). "Educação (especial), métodos de ensino e instituições destinadas à surdez em Portugal: Visão sociohistórica no Séc. XIX e inícios do XX" in
          Revista Temas em Educação, João Pessoa, Brasil, v. 29, n.2, p. 96-118.

          Trata-se de um estudo histórico-descritivo que aborda a educação especial às crianças surdas-mudas no séc. XIX e começos do XX, em Portugal. O seu marco conceptual assenta em fontes documentais e arquivísticas e de outras fontes secundárias no âmbito da História da Educação (Especial) sobre surdos. A nossa argumentação historiográfica, de teor hermenêutico (analítica) incide na educação, ações de ensino (métodos) aos surdos e nas iniciativas institucionais para essas pessoas com deficiência sensorial, ditas‘anormais’ na época. O debate entre as técnicas de ensino aos surdos (oralismo, gestualismo), no âmbito de uma pedagogia diferenciada, acompanhou as tendências europeias divulgadas (métodos: francês e alemão). Em oitocentos, criaram-se classes/aulas e instituições, com o apoio dos municípios e misericórdias (Lisboa, Porto) e de filantropos ou beneméritos, destacando-se o papel da Casa Pia de Lisboa, instituição pioneira na educação dos surdos-mudos. Os nossos objetivos são os seguintes: compreender a existência de uma pedagogia nacional para os surdos (séc. XIX e parte do XX) e respetivas iniciativas educativas; analisar os métodos ou técnicas de ensino (oralista, gestual) seguidos por alguns pedagogos em instituições; compreender a organização de estudos do Real Instituto para surdos-mudos da Casa Pia e as principais características de aprendizagem. Este retrospecto histórico sobre educação da surdez intenta configurar práticas, orientações metodológicas e propostas educacionais, algumas diferentes, que desenvolveram muitas capacidades nos surdos, apesar de limitações. Toda esta visão historiográfica feita em 4 pontos do texto permitiu conhecer os caminhos percorridos pela comunidade surda, as suas dificuldades e lutas e as formas de intervenção.

          Espólio Pinto Quartin
          PT AHS-ICS PQ · Fundo · 1883-1970

          Espólio pessoal de António Tomás Pinto Quartin, constituido quer por documentação de natureza pessoal, quer por panfletos, brochuras, jornais, revistas, e alguns objectos que foi acumulando. Espelha a actividade jornalística e política de Pinto Quartin, contendo ainda correspondência pessoal com políticos e intelectuais da época, e vários dos seus interesses culturais, com especial ênfase no teatro. Espelha também a relação conjugal de longa data (de 1916 a 1970) com Deolinda Lopes Vieira (1888-1993), professora primária.
          Reúne fontes de grande potencial para a história social e política dos últimos anos da Monarquia Constitucional e da I República e para o estudo da Oposição política ao Estado Novo, cobrindo sensivelmente o período de finais do século XIX até aos anos 50 do século XX.

          Quartin, António Tomás Pinto.
          PT AHS-ICS DIV-02B-20241204 · Item · 2024
          Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

          GONÇALVES, Leandro Pereira. "Integralismo Lusitano Entre Circulações e Comparações Com o Integralismo Brasileiro" in História e Cultura, V. 13, N.º 1 (Fascismos e Neofascismos No Espaço Ibero-americano [org. Gabriela Santi Pacheco e Pedro Tanagino]), 2024. Doi: https://doi.org/10.18223/hiscult.v13i1.4364 .

          O Integralismo Lusitano (IL), fundado em 1914 por jovens intelectuais, visava estabelecer um regime monárquico corporativista em Portugal. Liderado por figuras como António Sardinha, Alberto de Monsaraz, José Hipólito Vaz Raposo, José Pequito Rebelo, Luís de Almeida Braga e Francisco Rolão Preto, o grupo buscava a restauração nacional com base nos valores medievais e no cristianismo. Paralelamente, defendia o nacionalismo, alinhando-se com tendências presentes no Brasil, onde se estabeleceu a mais bem-sucedida expressão do fascismo fora da Europa, a Ação Integralista Brasileira (AIB), liderada por Plínio Salgado. Embora a composição dos integralismos português e brasileiro não seja idêntica, este estudo busca analisar como o movimento em Portugal influenciou seu congênere brasileiro, ambos inseridos em um contexto comum dentro de uma rede intelectual, o que contribuiu para a interlocução política entre os dois países.

          PT AHS-ICS DIV-02B-20170304 · Item · 2017
          Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

          GONÇALVES, Leandro Pereira e OLIVEIRA, Priscilia Musquim Alcântara de. “Martinho Nobre de Melo e a União Dos Interesses Económicos: A Defesa Da Representação Profissional No Jornal O Século” in Historiæ, número 7 (2), Rio Grande, 2016, pp. 9-27.

          Este artigo tem como objetivo analisar a participação de Martinho Nobre de Melo como colaborador do jornal O Século no ano de 1925 e sua inserção junto ao empresariado que formava a União dos Interesses Económicos portuguesa. Nobre de Melo foi político português, próximo ao Integralismo Lusitano, que exerceu a função de embaixador do Brasil entre os anos de 1932 a 1945. O artigo também se propõe a analisar como essa aproximação influenciou no discurso e nas ações de Nobre de Melo enquanto embaixador no Brasil.

          PT AHS-ICS CAM-VI-0002 · Série · 1912
          Parte de Colecção Conceição Andrade Martins

          Integra duas brochuras relativas a uma exposição acessível e "Ao Alcance De Todos" do que era na altura a teoria e a prática agrícola (métodos de plantação, conselhos agrícolas e processos de cultivo), da altura da da Primeira República portuguesa.
          Compilação por A. V. Pacheco.

          PT AHS-ICS DIV-02C-2019 · Item · 2019
          Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

          Guapindaia, Mayra Calandrini, 2019, O Controle do Fluxo das Cartas e as Reformas de Correio na América Portuguesa (1796-1821), Tese doutoramento em História. Universidade de Lisboa, Instituto de Ciências Sociais, 2019, https://repositorio.ul.pt/handle/10451/39740

          No Império português, os manuscritos foram a principal maneira de manter comunicação à distância, sendo os documentos escritos essenciais não só para a circulação de normas políticas e administrativas como também necessárias ao trato comercial e ao envio de notícias de interesse particular. Tendo em vista a crescente importância da comunicação à distância para a manutenção política e econômica de Portugal, a circulação epistolar foi alvo de preocupação constante da monarquia desde o século XVI. Inicialmente, a necessidade de uma estrutura postal foi solucionada por meio da doação da mercê do serviço à um vassalo real. Isso resultou na criação do ofício de Correio-mor em 1520 do Correio-mor das cartas de mar em 1657. Posteriormente, esses ofícios foram vendidos em caráter hereditário para os Gomes da Mata, e esteve sob posse desta família até 1797. A extinção do ofício de Correio-mor marcou um ponto de inflexão estratégico em relação às políticas do período anterior. A mudança, gradual e não-linear, de um paradigma de governo corporativo para outro, calcado em ideais centralizadores teve impacto na organização administrativa dos correios. A partir desse momento, a Coroa passou a entender que deveria controlar diretamente o fluxo postal. Essa tese tem como objetivo investigar o papel das reformas de Correio nos planos políticos e administrativos da Coroa portuguesa nos últimos anos do século XVIII, tendo como objeto de estudo o caso específico da implantação na América portuguesa. Este foco de análise foi escolhido como forma de compreender até que ponto as medidas reformistas surtiram os efeitos desejados pela Coroa no espaço colonial. Isso por que as próprias lacunas das normas centrais e os contextos locais não permitiram um processo de centralização coeso, no qual existisse um sistema único e integrado de Correios. Os ideais mais antigos a respeito da organização do fluxo das cartas por meios não-institucionalizados ainda subsistia nas formas de governar dos agentes da Coroa no além-mar.