Texto do ou sobre o MPLA, em holandês?
Quartel General em Angola, filiais na Argélia, Congo Brazaville, Egipto, Tanzania e Lusaka (Zambia)
MPLA - Movimento Popular de Libertação de AngolaTE Amesterdão
TE Utreque
Texto do ou sobre o MPLA, em holandês?
Quartel General em Angola, filiais na Argélia, Congo Brazaville, Egipto, Tanzania e Lusaka (Zambia)
MPLA - Movimento Popular de Libertação de AngolaDivulgação de conferência de imprensa a realizar pelo Grupo de Especialistas das Nações Unidas autorizados a investigar o tratamento dos presos políticos na África do Sul, Namíbia, Rodésia do sul e nos Territórios Portugueses em África. Edição do Centro de Informação para o Reino Unido, Irlanda e Países Baixos das Nações Unidas.
ONU - Organização das Nações UnidasEdição do Movimento Liberazione e Sviluppo - Gruppo di Roma
Exportações e Importações italianas para Moçambique, Angola e Guiné-Bissau (1965-1970).
Lista de armamento dado a Portugal por membros da Nato: Estado Unidos da América, Holanda, França, Canadá, Inglaterra.
Testemunho de Alberto Noronha Rodrigues. Edição do Centro de Informação para o Reino Unido, Irlanda e Países Baixos das Nações Unidas.
ONU - Organização das Nações UnidasNúmero 1 da publicação "Deserção. Boletim do Comité de Refugiados na Holanda".
Número 3 da publicação "Deserção. Boletim do Comité de Refugiados na Holanda".
Número 2 da publicação "Deserção. Boletim do Comité de Refugiados na Holanda".
Boletim do Comité de Refugiados na Holanda, organização associada aos Núcleos O Comunista/OCMLP (Cordeiro, 2020). Contém: s.n., ago. 1972; nº2; out. 1972 e nº3; fev. 1973.
Comité de Refugiados Portugueses na HolandaBoletim português de informação publicado pelo Comité Informação Portugal. Contém: exemplar sem número, 1973.
A Guiné-Bissau proclamou a independência em 24 de setembro de 1973, e Portugal demorou quase um ano a reconhecê-la. Mas 1975 é o ano que ganhou o nome das independências: Moçambique (25 junho), Cabo Verde (5 julho), São Tomé e Príncipe (12 julho), Angola (11 novembro). Estes países fazem 50 anos em 2025, e marcam igual tempo do fim do colonialismo português – bons motivos para termos começado a trabalhar em formas de celebramos em anos anteriores.
Há dois anos decidimos destacar no Mensário nº 2 as dinâmicas de difusão do Boletim PAIGC Actualités (1969-1974); no Mensário nº 6, relembrámos o projeto sobre a Descolonização Portuguesa, dirigido entre 1995 e 2003 pelo investigador Manuel Lucena e no Mensário nº 10, o AHS aproveitou a organização de um Congresso sobre Imprensa no Exilio para sistematizar e tornar acessíveis publicações do seu acervo produzidas por movimentos de libertação africanos.
É com base nesse trabalho que neste número a Escolha do Arquivista trata a ligação da rede de apoio aos movimentos de libertação africanos e a deserção de portugueses nos Países Baixos, explorando vários fundos do AHS, grande parte proveniente de estudantes portugueses no exílio, como o de António Barreto, José Barreto, José Laranjo, Vítor Matias Ferreira.
Para além disso, estamos a processar o espólio de José Carlos Horta (1935-2020), que fornece fontes sobre a rede de apoio aos movimentos de libertação africanos – quanto dela se sobrepõe à existente nesses fundos do AHS derivados de estudantes portugueses no exílio? O Seminário e a Oficina Arquivos da Libertação: anticolonialismos, memórias das Independências Africanas (19 a 21 de maio), de que o AHS é um dos promotores, vai certamente permitir-nos pensar ainda mais todos estes fundos que salvaguardamos relativos às independências.
Por fim, entrecruzando com o tema das independências, este número destaca também a história do teatro em Portugal ao longo do século XX, ora através de uma coleção pessoal, da atriz Glicínia Quartin, ora um subfundo institucional, da Sociedade Theatro Livre (1902-1908), resultado da recente colaboração da investigadora Daniela Spina com o AHS. Boas leituras. Inês Ponte
Boletim publicado pela Associação Resistência e Trabalho, organização de cariz anti-fascista que agrupava emigrantes e exilados políticos portugueses a residir nos Países Baixos.
Contém o nº3, ago.-set. 1970.
Páginas Anticolonialistas, publicação do Comité Informação Portugal. Contém: nº1; 1972 e nº2; 1973.
Nº1 (1972) da publicação "Páginas Anticolonialistas, publicação do Comité Informação Portugal".
Nº2 (1973) da publicação "Páginas Anticolonialistas, publicação do Comité Informação Portugal".
Jornal dos portugueses em Haia publicado pelo Comité Informação Portugal. Contém: nº1 ; abr. 1973; nº2; mai. 1973; nº3; jun. 1973.
Nº1 (abr. 1973) da publicação "Portugal para amanhã".
Nº2 (mai. 1973) da publicação "Portugal para amanhã".
Nº3 (jun. 1973) da publicação "Portugal para amanhã".