Administração Central do Estado

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          «Grupo de soldados patriotas e antifascistas»
          PT/AHS-ICS/ACP-054 · Série · 1975
          Parte de Colecção António Costa Pinto

          Contém:
          Comunicado aos soldados / Grupo de soldados patriotas e antifascistas. - [1975]. - Apoio a moção da Repartição de Mobilizados de Lisboa sobre a libertação de 89 pides no dia 29 de Junho de 1975.

          Pinto, António Costa
          PT/AHS-ICS/CAHS-MNA-093 · Item · 1973-01
          Parte de Colecção Arquivo de História Social

          Edição do Movimento Liberazione e Sviluppo - Gruppo di Roma

          Exportações e Importações italianas para Moçambique, Angola e Guiné-Bissau (1965-1970).
          Lista de armamento dado a Portugal por membros da Nato: Estado Unidos da América, Holanda, França, Canadá, Inglaterra.

          Movimento Liberazione e Sviluppo
          PT/AHS-ICS/PQ-B-0388 · Item · 1924
          Parte de Espólio Pinto Quartin

          Contém: Organização do Arquivo Colonial / A. J. Pires Avelanoso ; A cultura do algodão nas colónias portuguesas / Henrique Pereira Taveira ; Pautas aduaneiras... / Francisco Antonio Corrêa ; Organização militar colonial : Marinha / Carlos Pereira ; A nave.

          5ª Repartição do Estado-Maior do Exército
          PT/AHS-ICS/ACP-028 · Série · 1976
          Parte de Colecção António Costa Pinto

          Contém:
          As notícias e os factos / 5ª Repartição do EME. - Nº 11 (1 Jul.1976) a Nº 14 (3 Ago.1976). - Não existem os nºs 12 e 13;
          Texto de apoio nº 14 / 5ª Repartição do EME. - 3 Mai.1976. - Organizações partidárias clandestinas nas Forças Armadas;
          Documento de informação nº 8 / 5ª Repartição do EME. - 28 Mai.1976. - Conselhos das armas e serviços (decreto-lei nº 402/76 de 27 de Maio).

          Pinto, António Costa
          À Carga!
          PT/AHS-ICS/CO-DOC-043 · Item · 1927-11
          Parte de Colecção César Oliveira

          Poema / libelo ao exército traidor.

          Torres, José Augusto Aires.
          PT/AHS-ICS/DIV-02C-2017-10 · Item · 2017-10
          Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

          Almeida, Andreia da Silva. (2017). "A saúde no Estado Novo de Salazar (1933-1968) : políticas, sistemas e estruturas" [Tese de doutoramento em História, na especialidade de História Contemporânea, Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. http://hdl.handle.net/10451/30337

          O presente trabalho de investigação centra-se na análise das políticas de saúde levadas a cabo pelo Estado Novo durante a governação de Salazar, desde o seu início, em 1933, até ao seu ocaso, em 1968. Numa perspectiva global, procedeu-se à análise da evolução dos vários subsistemas – sanitário, assistencial, previdencial - e das respectivas estruturas sanitárias, analisando com maior precisão a evolução do sector hospitalar, que se tornaria central para o regime. Observou-se, da mesma forma, a evolução orgânica do sector, tendo em conta a sua fragmentação por vários ministérios, enfatizando, contudo, a evolução política do Subsecretariado de Estado da Assistência Social e, posteriormente, do Ministério da Saúde e Assistência. Numa dinâmica comparativista, apontaram-se algumas influências internacionais a que foi sujeito o sector, nomeadamente a sua relação com a O.M.S., bem como os ecos, em Portugal, da criação do National Health Service, no Reino Unido. Numa perspectiva globalizante, analisaram-se algumas vozes críticas às orientações políticas nesta área, nomeadamente as levantadas pela oposição preconizada pelo P.C.P., pela pressão da Ordem dos Médicos e de alguma opinião pública, bem como de alguns movimentos católicos. Contextualizadas no âmbito da evolução global do regime, foram apontadas, para o período em estudo, duas fases de fomento das políticas sanitárias concomitantes com dois grandes períodos de crise do Estado Novo, durante o período correspondente à II Guerra Mundial e em 1958, no rescaldo das eleições presidênciais. O presente estudo analisou, ainda, a ideologia do regime face ao papel do Estado na área da saúde, bem como a evolução de algumas profissões sanitárias e a relevância do seu papel político durante o período em estudo. No sentido de avaliar os resultados das políticas de saúde adoptadas pelo Estado Novo de Salazar, encentou-se uma análise à evolução de vários indicadores sanitários, na diacronia e na sincronia, a nível internacional. Nesse sentido, destacou-se a análise à evolução da mortalidade infantil e da mortalidade materna, indicadores, por excelência do nível sanitário de qualquer país, bem como a evolução de algumas patologias infecciosas, como a tuberculose, a malária, a lepra ou a sífilis. A presente análise contemplou, pois, um conjunto de factores influenciadores das políticas sanitárias, do ponto de vista técnico, científico, tecnológico, estrutural, económico e socio-cultural, bem como os resultados dessas mesmas políticas, do ponto de vista da evolução dos indicadores sanitários da população portuguesa. Este estudo prova, pois, que a política de saúde do Estado Novo de Salazar comportou-se como um reflexo da política geral, funcionando os grandes períodos de crise do regime como seus catalisadores. Contudo, o resultado destas opções políticas foi o desenvolvimento de um sistema de saúde fragmentado, descoordenado, não equitativo e não universal, constituído por uma multiplicidade de subsistemas híbridos e frágeis, fomentadores de desigualdades sociais. Durante o Estado Novo de Salazar observou-se, pois, uma continuidade da política assistencialista, supletivista, caritativista e não universalista, ao nível da saúde, observando-se, contudo, uma evolução na continuidade, uma evolução orgânica, política e estrutural, com claras repercussões nos índices sanitários da população portuguesa. Do ponto de vista ideológico, o regime manteve inalterável a sua doutrina oficial - supletivista, caritativista, assistencialista, natalista, conservadora, católica – registando-se, contudo, uma grande incongruência entre a ideologia e a prática políticas, que se avolumou, essencialmente, durante a década de sessenta.

          Aos operários da construção civil
          PT/AHS-ICS/PQ-P-190 · Item · s.d.
          Parte de Espólio Pinto Quartin

          Panfleto editado pela Federação da Construção Civil na Região do Sul, Colónias com apelo aos trabalhadores para que mantenham a persistência e serenidade.

          Federação dos Operários da Construção Civil
          PT/AHS-ICS/PQ-P-203 · Item · s.d.
          Parte de Espólio Pinto Quartin

          Panfleto da Federação dos Operários da Construção Civil e Comissão Intersindical exigindo o cumprimento das 8 horas de trabalho e com convocatória para reunião a realizar-se na sede da Federação.

          Federação dos Operários da Construção Civil