Ed. Federação Nacional dos Trabalhadores Rurais
Pouget, Émile.Associativismo
24 Descrição arquivística resultados para Associativismo
Existências: 6º ano, Nº 39 - Nº 44 (1924)
Bandeira, Filomena (2020). "A Sociedade de Instrução e Beneficência A Voz do Operário. Outra forma de fazer política: a propósito da reforma dos serviços escolares (1924-1935)" in Cadernos de História da Educação, v.19, n.1, pp.187-213.
Este artigo insere-se num projeto sobre Escolas e experiências de referência em Portugal no século XX e centra-se no estudo de uma instituição que desenvolve atividades educativas num quadro associativo e para as classes populares. Optámos por uma apresentação descritiva com a intenção de argumentar que a adoção e aplicação de um modelo educativo, inspirado na Educação Nova e conformado a um público específico, assentou numa estratégia sociopolítica, emergente das condições históricas do associativismo operário na primeira metade do século XX e da situação vivida no País com a crise da Primeira República, que desembocou no Estado Novo. No artigo explanamos o processo de reforma dos serviços escolares da Voz do Operário entre 1924-1935, não sem antes apresentarmos uma história sumária da Sociedade, desde o fim do século XIX até à década de 1950, com o objetivo de representar a associação na sua dimensão, atividade e significado social.
Fontes, Carlos, 2022, Anarquismo em Portugal (1796 -2022)
Em 2021 comemorou-se os 225 anos da divulgação das primeiras ideias anarquistas em Portugal. Foi a data que pretendemos assinalar com este livro. A sua estrutura base foi elaborada em 1975 quando era redactor do jornal A Batalha. Na altura um dos nossos problemas era a ausência de uma história do anarquismo em Portugal que nos permitisse perspectivar as lutas em que estávamos envolvidos. Os anos foram passando e o material reunido ao longo de anos começou a dispersar-se. No Colóquio comemorativo dos 100 anos do jornal A Batalha, em 2019, antigos camaradas recordaram-me o projecto que em tempos havia abraçado. Em casa, revolvendo velhos papéis descobri entre eles o plano do livro a publicar e centenas de fichas que ainda conservava. Desde então muito se avançou na redescoberta das ideias e práticas anarquistas em Portugal, o que me tem obrigado a novas leituras, não contando já com os testemunhos de muitos antigos camaradas. Os tempos são outros, mas as lutas no essencial são as mesmas, por isso o plano continua o mesmo com as mudanças impostas pelo tempo.
Apelo ao associativismo dos professores em vista à adesão á Internacional dos Educadores
Júnior, Canhão.Existências: Ano I, Nº 1, Nº 2 (1924); Ano II, Nº 5 (1925); Ano IV, Nº 10 - Nº 14 (1927)
Existências: Ano I, Fasc I - II (1939); Ano II, Fasc. I - II (1940); Ano III, Fasc. I - II (1941); Ano IV, Fasc. I - II (1942); Ano V, Fasc. I - II (1943)
Ordem dos MédicosExistências: Nº 4
Associação Protectora da Árvoreconvites para profissionais com mais de 30 anos de serviço. Listagens de inscritos para o almoço: Artur Portela (Diário de Lisboa); Fausto Vilar; Jaime Brasil, Augusto Cordeiro, João Paulo Freire, Urbano Rodrigues, Eugénio Bettencourt, Guterres. Inclui carta manuscrita e apontamentos dactilografados. Outra carta manuscrita de Artur Portela, em papel timbrado da Caixa de Previdências dos Profissionais da Imprensa. Telegrama de Urbano Tavares Rodrigo e outro de Eugénio Bettencourt avisando da falta por motivos de doença, e de Guterre, também avisando da ausência. Apontamentos dactilografados, em feito de carta Fausto Vilar.
Portela, Artur.Existências: Nº 1-3
Ateneu PopularExistências: Ano I, Nº 1 -Nº 3 (1929)
União Educativa PortuguesaJornalistas em Greve: Imprensa e Sindicalismo na I República
José Nuno Matos
Editado pela Imprensa de Ciências Sociais
A 18 de janeiro de 1921, tipógrafos, distribuidores e jornalistas de Lisboa iniciaram uma greve que se prolongaria ao longo de vários meses e seria responsável pela paralisação da produção e distribuição de uma grande parte dos jornais da capital. Num contexto marcado por duros embates entre sindicatos, patronato e governos, esta greve adquiriu uma particular relevância não só pela sua longevidade, mas por ter originado um conjunto de publicações afetas a ambos os lados da contenda e por ter constituído o que o tipógrafo e sindicalista Alexandre Vieira classificou de «batismo de fogo» dos jornalistas. A partir da análise deste acontecimento, este livro propõe uma reflexão aprofundada sobre a condição económica, social e política de quem dedica a sua vida ao exercício do jornalismo.
Mulheres e Associativismo em Portugal, 1914-1974
Anne Cova, Vanda Gorjão, Isabel Freire, Ana Costa Lopes, Natividade Monteiro
Editado pela Imprensa de Ciências Sociais
Este livro inscreve o estudo do associativismo feminino numa história de longa duração que cobre seis décadas. Obra de história das mulheres, sem esquecer as histórias de vida nem a abordagem biográfica, é também um contributo primordial para a história política de Portugal no século xx, focando aspetos como as relações entre a sociedade civil, as elites políticas e os regimes em vigor, a participação nas duas guerras mundiais, a política colonial, as formas de adesão ou de resistência à ditadura, o lugar das mulheres e das questões que lhes estão ligadas nas aspirações democráticas e na oposição ao Estado Novo.
Para as mulheres que só tardiamente obtiveram direitos políticos, como aconteceu em Portugal, o associativismo desempenhou um papel relevante na sua politização, ao permitir-lhes participar na vida pública, na assunção de responsabilidades e na tomada de consciência delas próprias e das suas capacidades.
Os contornos móveis da articulação entre feminismo, pacifismo, antifascismo, socialismo e anticolonialismo são, aliás, uma das chaves de leitura da história de várias organizações de mulheres e são objeto de debate historiográfico neste livro, que conjuga as abordagens e os métodos de duas disciplinas: a história, sensível aos contextos e às mutações, e a sociologia, mais preocupada em construir modelos ou com a análise quantitativa e gráfica das redes.
Françoise Thébaud, Université d’Avignon
Órgão e propriedade do Ateneu Popular de Montijo; número único
Ateneu Popular do MontijoExistências: Ano III, Nº 16 (1918); Ano VI, Nº 21 (1920-1921); Ano VIII, Nº 27 (1924), Nº 32 (1925)
Federação dos Trabalhadores do Livro e do Jornal