Brochura Estrangeira

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  • Segue a orientação tipológica desenvolvida para começar a tratar o Espólio Pinto Quartin, englobando publicações fora de Portugal (2025-07, ip)

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            PT/AHS-ICS/CAHS-MNA-097 · Item · 1973-06-26
            Parte de Colecção Arquivo de História Social

            Edição do Movimento Liberazione e Sviluppo - Centro de Documentação Amílcar Cabral (Roma).

            Apresentação de John Ngalo (ANC). Apresentação L e S. Dados Republica da África do Sul. Projeto de expansão da África do Sul. Empresas inglesas e norte-americanas. Angola - Cunene. Dados do país. Empresas com fundos internacionais e coloniais. Namibia. Empresas que operam nesse território, por origem. Colonatos. História dos movimentos de libertação. Moçambique: Cabora Bassa. Rodésia. Capital internacional. Oposição da FRELIMO ao projecto.

            Movimento Liberazione e Sviluppo
            «La lotta di Liberazione della Guinea-Bissau»
            PT/AHS-ICS/CAHS-MNA-094 · Item · 1974-02
            Parte de Colecção Arquivo de História Social

            Edição do Movimento Liberazione e Sviluppo

            Guiné-Bissau: sintese histórica. 17 anos de luta. O pensamento político de A. Cabral. 2º Congresso do PAIGC. Proclamação do Estado da Guiné-Bissau (tradução não oficial). Reconhecimento da Independência pela ONU. Significado político da Independência da Guiné-Bissau

            Movimento Liberazione e Sviluppo
            PT/AHS-ICS/CAHS-MNA-093 · Item · 1973-01
            Parte de Colecção Arquivo de História Social

            Edição do Movimento Liberazione e Sviluppo - Gruppo di Roma

            Exportações e Importações italianas para Moçambique, Angola e Guiné-Bissau (1965-1970).
            Lista de armamento dado a Portugal por membros da Nato: Estado Unidos da América, Holanda, França, Canadá, Inglaterra.

            Movimento Liberazione e Sviluppo
            PT/AHS-ICS/DIV-05M-012 · Item · 2025-07
            Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

            Neste número continuamos a refletir sobre fontes que o AHS tem vindo a salvaguardar relativas às lutas de libertação da Guiné-Bissau, de Moçambique, de Cabo Verde, de São Tomé e Príncipe, e de Angola - dialogando com os 50 anos das independências das antigas colónias portuguesas.
            Junto com o investigador Matheus Serva Pereira (ICS-ULisboa), organizámos uma série de iniciativas. A instalação no átrio do ICS-ULisboa, e sua versão em formato autocolante, evoca diversas facetas das lutas de libertação que se espalharam por estes territórios, e fora deles, seja no exilio, seja nas redes de solidariedade que se formaram. O evento Arquivos da Libertação gerou um fértil espaço de diálogo transnacional, e expectativas de continuidade. O tratamento arquivístico do espólio de José Carlos Horta levou-nos a participar numa conferência internacional, procurando salientar fontes sobre a UGEAN, tema também da escolha do arquivista neste número.
            Estes meses serviram ainda para rever alguns registos documentais, e sobre pessoas e entidades ligadas ao anti-colonialismo. Juntámos, por exemplo, dois assuntos ao catálogo, panafricanismo e anti-apartheid, mas temos ainda documentação por conhecer melhor, e entidades de que pouco hoje sabemos, como o Information & Tourist Bureau for Western Europe - Republic of Zambia, para além de documentos fora do catálogo.
            Relativo a outras frentes de luta, este número destaca ainda fontes sobre o anarquismo na primeira metade do século XX, através de uma secção no espólio de Pinto Quartin dedicada a brochuras publicadas fora de Portugal, resultado da colaboração da investigadora Daniela Spina com o AHS. Boas leituras. Inês Ponte

            https://doi.org/10.57854/gkmh-0t40/ulisboaics.2025

            PT/AHS-ICS/DIV-05M-013 · Item · 2026-05
            Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

            Após uma interrupção de alguns meses, iniciamos neste número a regularidade do Boletim de Estudos Operários (1982-1987) – dois números anuais. Essa nova periodicidade permite reunir e divulgar os trabalhos desenvolvidos nos meses anteriores, evidenciando a diversidade de fontes que o AHS tem vindo a salvaguardar. Este número percorre diferentes momentos do século XX: da história da Junta Nacional do Azeite durante a transição do Estado Novo ao internacionalismo secular da Escola Moderna, do campo dos Estudos Operários consolidado em Portugal nas últimas décadas às dinâmicas de anticolonialismo e pan-africanismo associadas às independências africanas.

            Em destaque, o investigador Tiago Gomes oferece-nos uma reflexão a partir do mapa das cooperativas ligadas à JNA, salvaguardado por um projecto coordenado pelo investigador Manuel Lucena durante a transição do longo Estado Novo, e posteriormente reutilizado num manuscrito que não chegou a publicar. Neste número temos também a estreia de Catarina Pinto na secção escolha do arquivista, com um ensaio sobre o fundador da Escola Moderna, cuja morte teve impacto internacional, tal como expressam fontes no AHS oriundas do espólio de Pinto Quartin.

            O Espólio Pinto Quartin mantém-se ainda como um manancial de fontes na longa duração. Catarina Pinto converteu também para digital o catálogo desenvolvido por Goreti Matias em 1985 e 1986, publicado em três partes no Boletim de Estudos Operários (nºs 7, 8, e 9), numa iniciativa AHS que recupera informação sistematizada para um campo de estudos então emergente.

            Recentes adendas ao catálogo derivam do projeto de investigação de Annarita Gori, Export Portugal: Cultural Diplomacy and the Rebranding Strategies of the Estado Novo in the United States, e da doação do filho de Cristina Fernandes Pereira. Ao nível do inventário digital, destacam-se duas outras novidades: a biblioteca pessoal de António Sousa Ribeiro com mais de seis centenas de publicações sobre o colonialismo português; e, com a conclusão do tratamento arquivístico do espólio de José Carlos Horta, o acesso em linha a correspondência com Viriato da Cruz, nacionalista angolano, depois de em número anterior termos assinalado o seu papel na UGEAN. Boas leituras. Inês Ponte