Paris: Societé d'Editions Afrique, Asie, Amérique Latine, SARL. 23 a 29 de Junho de 1975, n.º 86. Número temático sobre a independência de Cabo Verde.
Afrique AsieCabo Verde
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Brochura reproduzindo extracto do discurso pronunciado por Amílcar Cabral, Secretário-Geral do PAIGC, na 1.ª Conferência dos Povos de África, Ásia e América Latina, em Havana, 3-14 de Janeiro de 1966. Editada pelo Departamento de Secretariado, Informação, Cultura e Formação de Quadros, Colecção "Discurso e Intervenções".
Editado pelo Comité de Soutien a l'Angola et aux Peuples des Colonies Portugaises
Editado pelo Comité de Soutien a l'Angola et aux Peuples des Colonies Portugaises
Edição do Movimento Liberazione e Sviluppo
Guiné-Bissau: sintese histórica. 17 anos de luta. O pensamento político de A. Cabral. 2º Congresso do PAIGC. Proclamação do Estado da Guiné-Bissau (tradução não oficial). Reconhecimento da Independência pela ONU. Significado político da Independência da Guiné-Bissau
Movimento Liberazione e SviluppoBrochura do PAIGC - Documentation Economique (Documentação Económica) - sobre os interesses capitalistas estrangeiros na Guiné Portuguesa e em Cabo Verde
PAIGC - Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde"Periódico de informação sobre a luta anti-imperialista do Movimento Liberazione e Sviluppo".
Contém artigos sobre: Portugal, Guiné Bissau, Cabo Verde, Rodésia, Angola, Moçambique, África do Sul, Namíbia.
Petróleo na questão angolana.
Brochura dos Serviços de Informação do PAIGC reeditando texto de uma análise feita em 1962 por Amílcar Cabral, Secretário-Geral do PAIGC, sobre a luta pela independência dos povos da Guiné e Cabo Verde. Texto reeditando para a Conferência Internacional de Solidariedade com os Povos das Colónias Portuguesas (Junho 1970)
PAIGC - Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo VerdeBrochura reproduzindo comunicado acerca da fome em Cabo Verde efectuado durante a conferência de imprensa dada por Amílcar Cabral, Secretário-Geral do PAIGC, em Estocolmo, 14 de Abril
PAIGC - Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo VerdeEditado pela Assembleia do Conselho Mundial da Paz (Comissão n.º4) n.º 221 (?)]; Contra o apoio da Nato à guerra colonial levada a cabo pelos portugueses; a próxima reunião da Nato em Junho, em Lisboa (Resolução n.º 221(?))
Conselho Mundial da PazBrochura reproduzindo comunicado acerca da fome em Cabo Verde efectuado durante a conferência de imprensa dada por Amílcar Cabral, Secretário-Geral do PAIGC, em Estocolmo, 14 de Abril
PAIGC - Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo VerdeEntre outros, o relatório trata da guerra na Guiné e em Cabo Verde (PAIGC), em Moçambique (FRELIMO) e em Angola (MPLA)
American Committee on AfricaExcertos de declaração de Amílcar Cabral reproduzida nos documentos preparatórios do 3º Encontro dos Estudantes Portugueses no Estrangeiro a decorrer em Paris entre 27 e 30 de Dezembro de 1968.
SEEPE - Secretariado dos Encontros dos Estudantes Portugueses no EstrangeiroMatos, Helena (2014). "Afinal, quem realizou a descolonização?" in Observador, 11 de outubro, https://observador.pt/especiais/quem-realizou-descolonizacao/
Antologia de textos de Amílcar Cabral sobre a situação da Guiné e Cabo Verde, a história das suas lutas e a organização do seu movimento de libertação; as relações internacionais do PAIGC e o último discurso de Amílcar Cabral, a mensagem de ano novo em 1 de Janeiro de 1973.
PAIGC - Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo VerdeO Arquivo Manuel de Lucena contém um conjunto heterogéneo de documentos produzidos e acumulados no decurso das suas actividades científicas e académicas. Destaca-se os projectos de investigação: sobre a extinção dos grémios da lavoura e suas federações (1977-78); o processo português de reforma agrária (1979-1984); os Organismos de Coordenação Económica (OCE) (1977-2015); Interesses organizados e institucionalização da democracia em Portugal (1984-1993?); Descolonização Portuguesa (1995-2003); Investigação sobre corporativismo, coordenação económica e previdência social para entradas no Dicionário de História de Portugal (1977-2000).
Lucena, Manuel de.Em comemoração dos 50 anos das independências africanas, seminário e oficina para pensar o papel dos arquivos na memória das libertações. Seminário e oficina entre 19 e 21 de Maio 2025, no ICS-ULisboa.
ARQUIVOS DA LIBERTAÇÃO: ANTICOLONIALISMOS E MEMÓRIAS DAS INDEPENDÊNCIAS AFRICANAS
LOCAL: ICS-ULISBOA (metro Entrecampos)
SEMINÁRIO: 19 e 20 de Maio. Auditório Sedas Nunes + Híbrido
OFICINA: 21 de Maio. Sala Maria de Sousa (Polivalente) + Híbrido
Os arquivos têm um papel crucial na construção da memória e na pesquisa em história e ciências sociais. Os tempos finais do colonialismo português e os processos de independência dos PALOP geraram documentação sobre as diversas lutas anticoloniais que hoje se encontra dispersa por uma diversidade de instituições e atores, públicos e privados, e precisa de ser mais conhecida. Como se apresentam estas dispersões e como lidar com elas? Quais as disputas políticas e simbólicas que têm acompanhado diferentes histórias de preservação, de abandono ou destruição documental? Que condições de acesso e salvaguarda caracterizam a disponibilização de fontes relativas às lutas africanas de libertação do colonialismo português? Que papel desempenham os arquivos públicos e nacionais, mas também os arquivos privados, pessoais e familiares nestes processos? Que desafios de acesso e análise encontram os investigadores interessados no uso desta documentação para a investigação histórica?
O evento Arquivos da Libertação junta instituições, arquivistas e investigadores com larga experiência de pesquisa em arquivos de países africanos de expressão portuguesa com vista a responder a estas perguntas e a desenhar um roteiro das coleções e arquivos das independências africanas. Este evento pretende, assim, ser um espaço de discussão aberta e de trabalho conjunto sobre o papel dos arquivos na preservação, no acesso e na disseminação da memória das lutas anticoloniais nos PALOPs, bem
como na produção de investigações históricas que reavaliam as narrativas oficiais sobre as independências africanas e o fim do colonialismo português.
O seminário é composto por 8 sessões, 4 de painéis com apresentações de investigadores e representantes de instituições arquivistas da sociedade civil; e 2 com mesas redondas, uma debate arquivos portugueses e outra arquivos africanos de expressão portuguesa, relativas aos seus acervos referentes às lutas anticoloniais e da libertação. O evento concluirá com uma oficina com 2 sessões de trabalho envolvendo os oradores e participantes interessados, tendo em vista um roteiro da documentação anticolonial
e das independências africanas dispersa pelos diversos países africanos, Portugal, e demais cooperantes nas lutas anticoloniais.
Organização de Matheus Serva Pereira e Inês Ponte, Secretariado Ariel Pinheiro, Apoio João Pedro Santos; Financiamento Fundação Calouste Gulbenkian.
Evento financiado pela Fundação Calouste Gulbenkian.Para mais informações consulte a página https://www.ics.ulisboa.pt/evento/arquivos-da-libertacao-anticolonialismos-e-memorias-das-independencias-africanas.
Transcrição de 4 sessões de entrevistas. Foram ouvidos os seguintes, sendo as patentes militares aqui indicadas as que tinham na altura das entrevistas:
a) no primeiro painel o almirante Henrique da Silva Horta, governador a 25 de Abril, o general Hugo dos Santos, do MFA, membro de uma delegação portuguesa que discutiu com o PAIGC a independência da Guiné e Cabo Verde, o capitão-tenente Miguel Judas, do MFA, e o capitão Augusto Torres Mendes, comandante de uma Companhia de Lanceiros que foi para Cabo Verde substituir tropa desordeira;
b) no segundo painel o almirante Vicente Almeida d’Eça, alto-comissário e chefe do governo de transição, o general Wilton Pereira e o coronel José Manuel Vaz Barroco, ministros portugueses desse Governo, e o general Amílcar Fernandes Morgado, ex-comandante militar;
c) e, à parte, Pedro Gonçalves e Manuel de Lucena que em 1974/75 prestaram serviço no arquipélago como alferes milicianos, tendo a certa altura feito parte dos órgãos dirigentes do MFA das ilhas.