Guimarães

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              4 resultados diretamente relacionados Excluir termos específicos
              PT/AHS-ICS/DIV-02B-2013 · Item · 2013
              Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

              Cordeiro, José Lopes. (2013). "As lutas dos operários têxteis da Bacia do Ave (1956-1974) e algumas questões da história do movimento operário" in Atas Atas do I Congresso de História do Movimento Operário e dos Movimentos Sociais em Portugal, 13-15 de março de 2013, FCSH-UNL, Vol. I, pp. 338-364.

              Fotografia Metropolitana
              PT/AHS-ICS/ASR-FM · Secção · 1890(?)-1908(?)
              Parte de Espólio António Sousa Ribeiro

              Conjunto diversificado de fotografias tiradas em território português. A maior parte destes materiais fotográficos consiste em retratos de estudantes e figuras do clero. Para além de diversidade geográfica, os retratos também revelam uma diversidade na produção, abrangendo um número alargado de casas fotográficas: Cardozo (Guimarães); Photographia Thyrsense (Santo Tirso); Photographia Evaristo (Póvoa de Varzim); J. Sartoris (Coimbra), Foto. Belleza (Porto); Bastos Photographo (Lisboa) entre muitas outras. Existe também um número variado de fotografia amadora e/ou sem autor.

              Para além deste conjunto de retratos, a secção conta ainda com um conjunto de fotografias de paisagens e alguns momentos do quotidiano.

              PT/AHS-ICS/DIV-02B-2019a · Item · 2019
              Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

              Rei, M. (2019). Memórias do trabalho e das migrações na indústria têxtil (anos 1960-70). O caso da Companhia de Fiação e Tecidos de Guimarães. Boletim de Estudos Históricos, 141, 59–77.

              A emigração é um fenómeno historicamente incontornável na sociedade portuguesa, em particular no norte do país, rural e densamente povoado. Neste contexto situa-se o concelho de Guimarães, no coração do Vale do Ave, região onde, desde meados do século XIX, se implantou a indústria têxtil. Em S. João de Ponte, a antiga Companhia de Fiação e Tecidos de Guimarães marcou longamente as trajetórias profissionais e migratórias das famílias que aqui habitam, em particular no lugar de Campelos, onde se implantou a fábrica. O trabalho têxtil sucedeu-se, aqui, ao longo de várias gerações, inserindo-se numa complexa teia de redes e relações sociais locais, que se reflete também nos destinos migratórios.
              Considera-se aqui a análise dos percursos de vida destes operários-migrantes do têxtil atendendo ao tempo longo, ou seja, à presença do têxtil e das migrações ao longo das suas histórias de vida e de família. Atenta-se também, mais detalhadamente, ao fluxo migratório dos anos 1960, olhando simultaneamente a montante e a jusante, considerando tanto o contexto de partida, em particular as ambiguidades relacionadas com o desenvolvimento de um meio industrial num território longamente marcado pela ruralidade; como o destino migratório, ligado a uma especialização no setor têxtil que assume algumas particularidades em relação ao contexto parisiense.