Imprensa colonial
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Homenagem do XXIII Aniversário da fundação de Nova- Lisboa
O Planalto (jornal)"O Espantalho de Angola é um panfleto mensal, sem pretensões literárias, escrito com um arrocho, emtebido no sangue rubro da indígnação popular. Espetado na vasta seara de Angola, pretende afugentar os ladõess que de toda a parte veem, vendidos ao ouro extranho. Pedaço de papel sem valor algum, em momento de revolta, pode transformar se em facho incendiário, archote iluminando o caminho que todos os portuguezes teem de seguir á procura dos Miguéis de Vasconcelos.
Ao aparecer, enquanto o Preto e Branco não possue tipografía própria, saúda desde a figura do representante da nossa soberanía em Angola ao mais humilde paria que esteja á sombra da bandeira das Quinas.
O Espantalho de Angola não tem coleira em paga imposto. E’ rebelde de naturesa. Se gostarem dele e nao temerem vé-Io erguido na seara comum, comprem-no e façam-no circular. Se regeitam as suas doutrinas, se não concordam com a sua orientação, extremem-se os campos, porque infelizmente nem toda a gente aínda assimilou bem o que é a alma nacional. Isto era poucas palavras porque o espado é diminuto*
Pedro de Melo
(Geremias Pacato)" Do editorial
Comparação Angola e América do Norte, em termos de emigração. Discute também o Brasil.
Nº2 (1973) da publicação "Páginas Anticolonialistas, publicação do Comité Informação Portugal".
Cada tarjeta tem o nome. Em algumas delas acrescenta-se a data da fundação, a periodicidade, os directores e outras informações. Trata-se da reunião de elementos preparatórios de uma história da imprensa angolana?