Monarquia (1143-1910)

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            9 Descrição arquivística resultados para Monarquia (1143-1910)

            Arquivo Casa Agrícola da Herdade da Palma
            PT/AHS-ICS/HP · Fundo · 1873-1960

            Documentação de natureza contabilística - que vai de 1863 a 1960 - da que foi uma das maiores explorações agrícolas do país. Inclui livros de «Documentos de despesas na Lavoura» e «Livros de Folhas de Férias» relativos àquela casa agrícola para o período que vai de 1863 a 1960.

            Sociedade Agrícola Herdade da Palma
            Arquivo da Casa Barão de Almeirim
            PT/AHS-ICS/CBA · Fundo · 1794-1959

            Documentação notarial (certidões de nascimento, casamento e óbito; testamentos e escrituras de partilhas; escrituras de propriedades; autos de penhora e certidões de hipoteca, etc.) e documentação relativa à gestão da casa agrícola (livro mestre das propriedades da casa; livros de registo de gado; índice dos foreiros lavradores; livros do registo diário de trabalho; folhas de ponto de rancho e de criados da lavoura; livros de caixa e contas correntes; mapas de «férias de pessoal»; correspondência comercial; facturas, etc.). Cobre o período de 1835 a 1959.

            Casa Barão de Almeirim
            PT/AHS-ICS/DIV-02C-2014-12 · Item · 2014-12
            Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

            Carlos José de Almeida Franco (2014). "Casas das Elites de Lisboa: objectos, interiores e vivências (1750-1830)"
            Tese de doutoramento, Estudos do Património, Universidade Católica de Lisboa

            Na presente dissertação propusemo-nos estudar os objectos, os interiores e as vivências das casas das elites lisboetas no período de 1750 a 1830. Tentámos compreender as transformações políticas e económicas ocorridas naquele período de tempo, os hábitos sociais, as expressões do gosto e modernidade, apurar ícones de ostentação e aparato, integrando-os no espaço doméstico. Numa perspectiva abrangente, cruzámos várias dimensões do património, não privilegiando nenhuma delas, antes preferindo permanecer atentos aos sinais de todas.
            Estas residências, que ao longo do século XVIII ainda se caracterizam por uma organização interior onde prevalece a interdependência dos diversos compartimentos, tenderão, lentamente, no último quartel de Setecentos, a criar três grandes zonas que acolhem o aparato, a sociedade e a intimidade, procurando distinguir e racionalizar espaços em função de novas sociabilidades emergentes.
            Os múltiplos objectos que existem nas casas também se modificam, em função das novas necessidades sociais. Estes bens, para além de representantes de uma sociabilidade crescente, tornam-se expoentes de novos hábitos, de âmbito alargado, que vai desde a alimentação e as bebidas até à higiene, à dança, aos jogos, à música ou à escrita, entre outros.
            Constatamos que as muitas transformações ocorridas ao longo da segunda metade do século XVIII e primeiro quartel de Oitocentos, a par dos novos modelos de sociabilidade ensaiados pelas principais figuras de elite, anunciam os modos de vida e as casas da Lisboa contemporânea.

            Colecção Nuno Gonçalo Monteiro
            PT/AHS-ICS/NGM · Fundo · 1735-1904

            Colecção constituída por documentos originariamente pertencentes a casas nobiliárquicas dos séculos XVII a XIX, nomeadamente dos Duques de Lafões, Marqueses de Abrantes e Condes de Vila Nova, Marqueses de Marialva, Marqueses de Valença e Casa de Trofa, e ainda por três livros de negociantes do século XIX.

            Monteiro, Nuno Gonçalo. 1955
            Família Midosi Bahuto
            PT/AHS-ICS/PT AHS-ICS MB · Fundo · séc. XVIII

            Engloba manuscritos notariais, de finais do século XVIII, relativos a doações, contratos de arrendamento, de compra e venda de prédios urbanos e rústicos, nas zonas da Ajuda e Algés em Lisboa.

            Midosi Bahuto. Família. séc. XVIII
            Fundo Bibliográfico
            PT/AHS-ICS/ASR-FB · Secção · 1773-1973
            Parte de Espólio António Sousa Ribeiro

            Contém 640 títulos datados entre 1773 e 1973. As publicações consistem em diferentes tipologias documentais (passando por livros, relatórios, legislação, boletins e periódicos [como a Revista Colonial, editada por António Sousa Ribeiro entre 1913-1914]), e distintas temáticas (política, economia, história, sociedade, ...). Trata-se de uma coleção/biblioteca predominantemente focada no colonialismo português (com destaque para Moçambique), incluindo também outros colonialismos (sobretudo África do Sul).

            PT/AHS-ICS/DIV-02C-2019 · Item · 2019
            Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

            Guapindaia, Mayra Calandrini, 2019, O Controle do Fluxo das Cartas e as Reformas de Correio na América Portuguesa (1796-1821), Tese doutoramento em História. Universidade de Lisboa, Instituto de Ciências Sociais, 2019, http://hdl.handle.net/10451/39740

            No Império português, os manuscritos foram a principal maneira de manter comunicação à distância, sendo os documentos escritos essenciais não só para a circulação de normas políticas e administrativas como também necessárias ao trato comercial e ao envio de notícias de interesse particular. Tendo em vista a crescente importância da comunicação à distância para a manutenção política e econômica de Portugal, a circulação epistolar foi alvo de preocupação constante da monarquia desde o século XVI. Inicialmente, a necessidade de uma estrutura postal foi solucionada por meio da doação da mercê do serviço à um vassalo real. Isso resultou na criação do ofício de Correio-mor em 1520 do Correio-mor das cartas de mar em 1657. Posteriormente, esses ofícios foram vendidos em caráter hereditário para os Gomes da Mata, e esteve sob posse desta família até 1797. A extinção do ofício de Correio-mor marcou um ponto de inflexão estratégico em relação às políticas do período anterior. A mudança, gradual e não-linear, de um paradigma de governo corporativo para outro, calcado em ideais centralizadores teve impacto na organização administrativa dos correios. A partir desse momento, a Coroa passou a entender que deveria controlar diretamente o fluxo postal. Essa tese tem como objetivo investigar o papel das reformas de Correio nos planos políticos e administrativos da Coroa portuguesa nos últimos anos do século XVIII, tendo como objeto de estudo o caso específico da implantação na América portuguesa. Este foco de análise foi escolhido como forma de compreender até que ponto as medidas reformistas surtiram os efeitos desejados pela Coroa no espaço colonial. Isso por que as próprias lacunas das normas centrais e os contextos locais não permitiram um processo de centralização coeso, no qual existisse um sistema único e integrado de Correios. Os ideais mais antigos a respeito da organização do fluxo das cartas por meios não-institucionalizados ainda subsistia nas formas de governar dos agentes da Coroa no além-mar.

            Publicações Portuguesas
            PT/AHS-ICS/ASR-FB-05PEP-02PP · Série · 1773-1953
            Parte de Espólio António Sousa Ribeiro

            Contém cerca de 113 documentos datados entre 1773-1953, publicados em Portugal e que abordam: legislação, economia, política, o exército, discursos e documentos apresentados em congressos, ensino, literatura, comércio, etc.