Porto
137 Descrição arquivística resultados para Porto
Cartaz com o título: "A Junta Patriótica do Norte. 4º Manifesto. Ao Povo Português". Trata-se de um folheto da Junta Patriótica do Norte sobre a guerra e a aliança com a Inglaterra.
Junta Patriótica do NorteDescrição baseada em: A. I, Nº 2 (1 Jul 1900)
Existências: Ano I, Nº 2 (1900); Serie II, Ano I, Nº 14, Nº 21, Nº 37 (1910); Serie II, Ano II, Nº 63 (?), Nº 64 (1911); Serie II, Ano III, Nº 116 (1912); Serie II, Ano IV, Nº 160 (1913); Serie III, Ano VI, Nº 14 (1915); Serie III, Ano VI, Nº 1 (1915); Serie III, Ano VI, Nº 29, Nº 36 (1916); Serie IV, Ano VII, Nº 1 (1916); Serie IV, Ano VIII, Nº 39 (1918); Serie V, Ano IX, Nº 1 (1919)
Contém:
S. II, A. 1, Nº 14 (13 Out 1910) / propr. e dir. António Alves Pereira
S. II, A. 1 Nº 21 (11 Dez 1910) / propr. João Pinto Coelho ; dir. António Alves Pereira ; ed. Maciel Barbosa
Série II, A. 1, Nº 37 (2 Abr 1911) / propr. João Pinto Coelho ; dir. António Alves Pereira ; ed. Maciel Barbosa
S. II, A. 2, Nº 64 (13 Out 1911) / propr. João Pinto Coelho; dir. António Alves Pereira ; ed. Maciel Barbosa
S. II, A. 3, Nº 116 (13 Out 1912) / propr. Grupo Aurora Social ; red. principal António Alves Pereira ; ed. Maciel Barbosa
S. II, a. 4, Nº 160 (17 Ago 1913) / propr. Grupo Aurora Social ; red. principal António Alves Pereira ; ed. Maciel Barbosa
S. III, A. 6, Nº 14 (9 Jan 1915) / propr. Grupo de Propaganda Libertária ; red. principal António Alves Pereira ; ed. Maciel Barbosa
S. III, A. 6, Nº 1 (10 Out 1915) / propr. Grupo de Propaganda Libertária ; red. principal António Alves Pereira ; ed. Maciel Barbosa
S. III, A. 6, Nº 29 (1 Mai 1916) / propr. Grupo de Propaganda Libertária ; red. principal António Alves Pereira ; ed. Maciel Barbosa
S. III, A. 6, Nº 36 (18 Jun 1916) / propr. Grupo de Propaganda Libertária ; red. principal António Alves Pereira ; ed. Maciel Barbosa
S. IV, A. 7, Nº 1 (3 Dez 1916) / propr. Grupo de Propaganda Libertária ; red. principal António Alves Pereira ; ed. Norberto T. de Carvalho
S. IV, A. 8, Nº 39 (16 Jun 1918) / propr. Grupo de Propaganda Libertária ; red. principal A. Gomes do Amaral ; ed. Norberto T. de Carvalho
S. V, A. 9, Nº 1 (23 Mar 1919) / propr. Grupo de Propaganda Libertária ; red. principal António Alves Pereira ; ed. Norberto T. de Carvalho.
Um diário encadernado, composto por 216 folhas e totalmente dactilografado, com exceção de algumas correções manuscritas. O diário tem como título “A campanha do sul de Angola” e foi produzido em 1950, com base numa série de apontamentos, cadernos e agendas que António de Castro e Silva guardou da sua presença em Angola no ano de 1915. Contém diversos anexos, nomeadamente: mapas, fotografias e alguns recortes de publicações.
Freitas, João, 2014, A casa do Povo Portuense (1900-1914). Porto: Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Dissertação de mestrado. Disponível em www:https://repositorio-aberto.up.pt/handle/10216/76730
As Maisons du Peuple (Casas do Povo) foram uma das principais singularidades do movimento operário de cariz socialista. Estas eram um centro coordenador do
associativismo socialista, um modelo para o futuro da sociedade e um local de politização e socialização do operariado. As suas origens remontam ao cooperativismo belga do final do século XIX. Rapidamente, este modelo associativo se disseminou por toda a Europa. E Portugal não foi excepção. Logo em 1900, no Porto, cidade em que o movimento socialista era mais coeso, um grupo de operários decidiu criar a sua Casa do Povo à semelhança da original situada em Bruxelas.
Este estudo pretende estudar as origens, a organização interna e a evolução da Casa do Povo Portuense, no período anterior à Grande Guerra, bem como o papel que esta desempenhou no movimento socialista, a sua tarefa como centro disseminador do socialismo na região do Porto e como espaço de sociabilidade e politização do operariado local.
cartaz de propaganda da Campanha do General Humberto Delgado
Delgado, Humberto.Existências: Ano III, Serie II, Nº 1 (91); Nº 2 (92); Nº 3 (93); Nº 4 (94); Nº 9 (99) (1923)
Número 2, encadernado com vários outros jornais / Redactor Principal: Santos Carvalho, Editor: Domingos Mourão
Comissão Organisadora da Conferência inter-sindical gráfica do norteLima, Jaime de Magalhães
Diana Maria Lourenço Luís (2023). A (e)Vocação Imperial no Cortejo Histórico-Colonial: A PERFORMANCE DO IMPÉRIO NA 1ª EXPOSIÇÃO COLONIAL PORTUGUESA DE 1934, PORTO [Tese de mestrado em Arte e Património], Universidade de Coimbra.
Repositório da Universidade de Coimbra.
O presente estudo versa sobre a análise interpretativa do cortejo alegórico de teor cívico, histórico e colonial que decorreu a 30 de setembro de 1934 e que tomou lugar na cidade do Porto aquando do encerramento festivo da 1ª Exposição Colonial Portuguesa. Pela morfologia particular deste cortejo compreende-se que se trata de um sinal e um sintoma do seu tempo, agregador de múltiplas dimensões que potenciam a sua análise. Quer seja na compreensão da sua ambiência social e cultural, por se realizar no Portugal dos anos 30; quer pelo(s) quadrante(s) político(s) que o enquadra(m), o Estado Novo então emergente, inserido na praticidade do colonialismo (europeu); quer pela evocação do império colonial português, na sua historicidade, pragmatismo do presente e projeção para o futuro.
Tratou-se de uma performance cultural, um acontecimento, caracterizado pela sua efemeridade e pela sua pluridisciplinaridade o que assinala a exigência e o interesse do seu estudo. Pela relação direta com a Exposição Colonial Portuguesa, o cortejo impele-nos ao conhecimento das práticas desenvolvidas nas “Exposições” “internacionais” que o antecederam, além da discursividade e ideologização subjacente a elas. De acordo com o Estado Novo, o cortejo revelou-se um mecanismo capaz de propagandear um conjunto de ideias associadas à suposta “regeneração da nação”, mediante a sedimentação de uma noção de identidade nacional. Essa identidade versou, sobretudo, na idealização de um projeto imperial e colonial, assente num repertório que defendia o desempenho de uma “missão civilizadora” por parte dos agentes da colonização; enquanto, simultaneamente, procurou reinventar e estimular a cultura vernacular e popular portuguesa, por se crer que esta munia os alicerces de uma identidade nacional, supostamente agregadora dos valores e idiossincrasias do povo português.
Cymbron, Luisa, 2020, "A importância de ser do Norte: o Teatro de S. João e os compositores portugueses do Liberalismo", in Cymbron, L & Vasconcelos, Ana Isabel, O velho Teatro de S. João (1798-1908): teatro e música no Porto do longo século xix, Edições Afrontamento, CESEM (Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical) NOVA FCSH.
Resumo da tese apresentada ao 2º Encontro Nacional de Imprensa Estudantil.
Morais, CarlosAutoria de José Joaquim da Costa Lima
Figueiredo, Cândido de
Tese apresentada ao 1º Congresso Feminista e de Educação (1924).
Conselho Nacional das Mulheres PortuguesasCastro, Vieira de
Existências: 1º Serie N1º (1889, nº1-17) e 2º Anno, Nº 18 - 19 (1890);
Para 2º Serie, Nº 1 - Nº 44 (1892 - 1893), ver descrição relacionada. A partir da 2ª Serie, passa a chamar-se A Revolta: revista do socialismo-anarchico
A Revolta(Anónimo)
Existências: 1º anno, Nº 3 - 16 (1888); 3º Anno, Nº 33 - Nº 48 (1890 - 1891)
A Revolução Social : orgão communista anarquista