Portugal

53 Pessoas, Entidades resultados para Portugal

Afonso, Aniceto.
Pessoa singular · 1942 -

Oficial de Artilharia. Fundador do MFA de Moçambique. Em Setembro de 1973, foi colocado na CHERET – QG/RMM, em Nampula

Alma Nova
PT/AHS-ICS/AlmaNova · Pessoa coletiva · 1914-29

ALMA NOVA. REVISTA ILUSTRADA (II Série) – A segunda série, que teve início no mês de Dezembro de 1915, inaugurou a fase nacional desta publicação nascida em Faro, a 20 de Setembro de 1914, por iniciativa de Mateus Martins Moreno, que foi também seu proprietário, editor e director. O projecto inicial teria uma natureza fundamentalmente regionalista, como sugere o sub-título que então ostentava, «Revista Ilustrada de Propaganda Algarvia». Já o título evocava o movimento da Renascença Portuguesa e o seu propósito refundador da pátria, por via da educação da sociedade, sob orientação de artistas e intelectuais. (...). Correia

Almeida, Carlos Augusto Morais de
Pessoa singular · 1843-1919

Académico, autor de manuais escolares da área das ciências e da matemática.

Sócio da Academia de Ciências de Lisboa. Área: Ciências Matemáticas, Físicas e Naturais, 2.ª Secção: Ciências Físicas

Andringa, Diana.
PT/AHS-ICS/DAndringa · Pessoa singular · 1947 -
Pessoa coletiva · 1882-

Fundada por Casimiro Freire, em 1882, sob o nome Associação de Escolas Móveis pelo Método João de Deus, inspirado no método e na pedagogia de João de Deus. Acompanharam-no nesse projeto várias personalidades da época, como João de Barros, Bernardino Machado, Jaime Magalhães Lima, Francisco Teixeira de Queiroz, Ana de Castro Osório, Homem Cristo, entre outros.

Em 1908, por proposta de João de Deus Ramos, filho de João de Deus, passou a designar-se "Associação de Escolas Móveis pelo Método João de Deus, Bibliotecas Ambulantes e Jardins-Escolas". João de Deus Ramos fundou em Coimbra, em 1911, o primeiro Jardim-Escola João de Deus. Até 1953, data da sua morte, João de Deus Ramos criou 11 Jardins-Escolas.

Barros, João de.
Pessoa singular · 1881-1960

João de Barros foi um poeta, pedagogo e político português. Nasceu na Figueira da Foz, dia 4 de Fevereiro de 1881 e faleceu em Lisboa, dia 25 de Outubro de 1960.

Licenciou-se em Direito pela Universidade de Coimbra.

Em 1910 iniciou-se na Maçonaria, com o nome simbólico de João de Deus.

Durante a 1ª República Portuguesa, foi um alto funcionário do Ministério da Instrução Pública, desempenhando as funções de chefe de repartição, diretor-geral do ensino primário, diretor-geral do ensino secundário e secretário-geral do ministério. Ligou também o seu nome, com o de João de Deus Ramos, à Reforma da Instrução Primária, de 29 de Março de 1911.

Aderiu ao Partido Republicano Português, depois dito Partido Democrático, e nele se manteve até 1924, data em que aderiu ao Partido Republicano da Esquerda Democrática. Foi um dos últimos Ministros dos Negócios Estrangeiros da 1ª República.

Defendeu a existência de relações culturais entre Portugal e o Brasil.

A Ditadura MIlitar e o Estado Novo afastaram-no da vida política ativa, mas continuou a defender ideais republicanos, participando em diversas manifestações da Oposição Democrática e apoiando as candidaturas à presidência da República de Norton de Matos (1949) e Humberto Delgado (1958).

Barros, Pedro Correia de
Pessoa singular · 1911-1968

Militar português, exerceu o cargo de Governador de Macau entre 1956 e 1958 e de Governador de Moçambique entre 1958 e 1961.

Benoit, Francine.
PT/AHS-ICS/FBenoit · Pessoa singular · 1894 -1990

Nasceu em França, viveu várias décadas em Portugal. Critica musical, aluna de Vicente d' Indy e activa apoiante da oposição portuguesa.

Bettencourt, Manuel Ortins de
Pessoa singular · 1892-1969

Foi oficial-general da Armada Portuguesa e, entre outras funções de relevo, desempenhou o cargo de Ministro da Marinha no 2.º governo do Estado Novo (1936-1944).

Cabete, Adelaide.
PT/AHS-ICS/AdCabete · Pessoa singular · 1867 - 1935

Adelaide de Jesus Damas Brazão Cabette (Alcáçova, Elvas, 25 de janeiro de 1867 — Lisboa, 14 de setembro de 1935), mais conhecida como Adelaide Cabete (na atual ortografia), foi uma das principais feministas portuguesas do século XX. Republicana convicta, foi médica obstetra, ginecologista, professora, maçom, autora, benemérita, pacifista, abolicionista, defensora dos animais e humanista.[1]

Foi pioneira na reivindicação dos direitos das mulheres, e durante mais de vinte anos, presidiu ao Conselho Nacional das Mulheres Portuguesas. Nessa qualidade reivindicou para as mulheres o direito a um mês de descanso antes do parto (licença de maternidade) e em 1912 reivindicou também publicamente o direito ao voto feminino, sendo-lhe apenas concedido em 1933, tornando-se na primeira e única mulher a votar, em Luanda, onde viveu, sob a nova lei eleitoral da Constituição Portuguesa de 1933.[2]

[1] Serrão, Joel (1975). Dicionário de história de Portugal. [S.l.]: Iniciativas Editoriais

Representou as mulheres portuguesas em congressos internacionais, nomeadamente no Congresso Internacional Feminista realizado em Roma, em 1923 e no Congresso Feminista de Washington em 1925


"Nascida em Elvas, Adelaide Cabete tornou-se uma das primeiras mulheres portuguesas com um curso superior. Realizou estudos de Medicina, tendo concluÍdo a formatura com uma tese sobre "A protecção às mulheres grávidas pobres, como meio de promover o desenvolvimento fisico das novas geraçÕes" (1900). Activista republicana e membro da Maçonaria, foi sócia fundadora da Liga Republicana das Mulheres Portuguesas (1909) e participou no 5 de Outubro, preparando as bandeiras republicanas que vieram a ser usadas na revolta. Em 1913 participou no Congresso Internacional de Gand com uma tese sobre o "ensino doméstico em Portugal" na qual se opunha ao uso dos véus, plumas, espartilhos e saltos altos pelas mulheres, por razÕes de saúde. Um ano depois participa na fundação do Conselho Nacional das Mulheres Portuguesas e desenvolve uma considerável actividade feminista. Em 1923 representa o governo português no Congresso Internacional Feminista de Roma, sendo a primeira mulher a deter tal representação, que se renovara nos congressos seguintes. No âmbito da sua actividade feminista criou as Ligas da Bondade , dirigiu a revista Alma Feminina e escreveu vários opúsculos sobre temas como a educação, a protecção da mulher grávida, a prostituição, etc. Em 1929 vai viver para Angola de onde regressa em 1934, já bastante doente. Faleceu em 1935."
José Pacheco Pereira, BEO, nº8, p. 75

Casals, Eduardo Nuno Ricou
Pessoa singular · 1941-1963

Furriel piloto aviador português que morreu em 1963 em Tombali, na Guiné Bissau, numa colisão durante um voo de ataque ao solo.

Deslandes, Venâncio Augusto
Pessoa singular · 1909-1985

Militar e político português, foi Governador e Comandante Chefe das Forças Armadas em Angola (1961-1962) e Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas (1968-1972).

Diário de Notícias
PT-AHS-ICS-DN · Pessoa coletiva · 1864 -

Fundado em 1864, pelo jornalista e escritor Eduardo Coelho e pelo industrial tipográfico Tomás Quintino Antunes, 1.º Conde de São Marçal. O nº1 foi publicado em 1865. Atualmente tem a periodicidade diária (de 2ª a 6ª) em papel, e presença no digital.

Ferreira, Eusébio da Silva
Pessoa singular · 1942-2014

Natural de Moçambique, é considerado um dos melhores futebolistas de todos os tempos.

Ferreira, José da Silva Pinto.
Pessoa singular · ?-2013

Foi Oficial Pára-Quedista. Comandante dos Grupos Especiais de Pára-Quedistas (GEP)

Gabriel Maurício Teixeira
PT-AHS-ICS-MGT · Pessoa singular · 1897-1973

Militar e político português. Capitão-de-Mar-e-Guerra, foi também governador do Distrito de Cabo Delgado – Moçambique (1932-1933), governador de Macau (1940-46), governador-geral de Moçambique (1946-1958) e administrador estatal do Banco Nacional Ultramarino (1959-1962). Deputado nas legislaturas II (1938-42, parte de mandato suspenso para ser Governador de Macau), IV (1945-49, parte de mandato suspenso para ser Governador de Moçambique), IX (1965-69). Conhecido como “Comandante”.

Gomes, António Ferreira
Pessoa singular · 1906-1989

Religioso português, foi bispo das dioceses de Portalegre (1948-1952) e Porto (1952-1982).