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          201 Descrição arquivística resultados para Portugal

          «Liberation Afrique», n. 4, Novembro 1972.
          PT/AHS-ICS/AB-MNA-33 · Item · 1972
          Parte de Colecção António Barreto

          "... la volonté d'un groupe de militants progressistes français de se mettre au service des mouvements de lLbération qui luttent en Afrique ...". Supplèment au Bulletin du Cedetim n.º 25. Director da publicação: Gustave Massiah.

          «LS Documentazione internazionale», n. 0
          PT/AHS-ICS/CAHS-MNA-096 · Item · 1974-11-09
          Parte de Colecção Arquivo de História Social

          "Periódico de informação sobre a luta anti-imperialista do Movimento Liberazione e Sviluppo".
          Contém artigos sobre: Portugal, Guiné Bissau, Cabo Verde, Rodésia, Angola, Moçambique, África do Sul, Namíbia.
          Petróleo na questão angolana.

          Movimento Liberazione e Sviluppo
          PT/AHS-ICS/DIV-02B-2024 · Item
          Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

          Arturo Zoffmann Rodriguez – “O ambiente para o fascismo existe no nosso país”: os comunistas e o ascenso da ditadura em Portugal, 1921-1927. História. Revista da FLUP. Porto. IV Série. Vol. 14 nº 2 2024. 177-200. DOI: https://doi.org/10.21747/0871164X/hist14_2a6

          «South Africa's Defence Strategy»
          PT/AHS-ICS/CAHS-MNA-184 · Item · 1969-10
          Parte de Colecção Arquivo de História Social

          Abdul S. Minty - South Africa's Defence Strategy. Introd. de Rt. Rev. Trevor Huddleston Cr. Londres: Anti-Apartheid Movement, 1969 (Outubro). Contém capítulo intitulado "Portugal in South Africa".

          Anti-Apartheid Movement
          PT/AHS-ICS/DIV-02B-202412 · Item · 2024
          Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

          "50 anos de construção de uma democracia participativa em matérias ambientais ", capitulo de Ana Delicado e Jussara Rowland inclui reprodução de autocolante de associação ambientalista salvaguardado pelo AHS.

          O capitulo está integrado no livro 50 Anos de Abril: Questões ambientais, sociais e territoriais, editado por Mónica Truninger, Luísa Schmidt, João Morais Mourato, Roberto Falanga e Rosário Oliveira, pela Imprensa de Ciências Sociais, 2024.

          PT/AHS-ICS/DIV-02C-2022-10 · Item · 2022-10
          Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

          Noras, José Raimundo (2022). A ação política e o ideário social de José Relvas (1858-1929) [Tese de doutoramento, PiudHist].
          Repositório da Universidade de Lisboa: https://repositorio.ulisboa.pt/handle/10451/55954

          A nossa tese procurou materializar uma biografia política de José Relvas (1858- 1929). O foco de análise foi centrado nos esteios da sua ação como republicano, procurando esclarecer as doutrinas sociais e económicas que preconizava. Para isso, recolhemos e sistematizámos, de forma exaustiva, a produção escrita desta multifacetada figura dos séculos XIX e XX, dispersa em documentos inéditos e em publicações várias. Este trabalho desenvolveu-se na base de três objetivos fundamentais: a elaboração de uma narrativa biográfica completa de José Relvas; a análise e a sistematização do pensamento político e social do biografado; e a problematização das várias fases do seu relacionamento com o movimento republicano. A nossa investigação revelou que o envolvimento político de José Relvas foi bastante mais tardio do que se supunha e se prolongou no tempo para além das suas últimas funções governativas. O primeiro cargo público documentado data de 1885 e o último comício vinícola onde participou decorreu em julho de 1929. Deste modo, o horizonte temporal centrou-se no seu percurso de vida, organizado em 12 capítulos, correspondentes a diferentes fases da sua vida. Na boa medida das fontes disponíveis, dos estudos existentes e do enfoque da investigação, o período entre 1907 e 1919 foi, naturalmente, desenvolvido com maior detalhe. Na verdade, corresponde aos anos de maior envolvimento político como republicano de José Relvas, (a adesão ao Partido Republicano e as últimas funções governativas desempenhadas). O título escolhido pretende orientar a nossa análise para as suas preocupações com a “questão social”, procurando esclarecer como esta era defendia por José Relvas, na sua atuação, no seu engajamento associativo e na sua ação política, no contexto do movimento republicano, durante as fases de revolução, de afirmação e de colapso da I República. De que forma o idealismo, quase sempre deu lugar ao pragmatismo, nas ações políticas e governativa, constituiu a questão-chave.

          A Banca ao Serviço do Povo: livro
          PT/AHS-ICS/DIV-02B-2018-11 · Item · 2018-11
          Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

          Noronha, Ricardo, 2018, “A Banca ao Serviço do Povo”: Política e Economia durante o PREC (1974-75), Lisboa: Imprensa de História Contemporânea

          Este livro ocupa-se da nacionalização da banca no contexto do processo revolucionário português de 1974-75. Baseado num vasto acervo de fontes documentais e inspirado num conjunto de ferramentas teóricas desenvolvidas por Mario Tronti, Walter Benjamin e Michel Foucault, o seu ponto de partida é uma interrogação incontornável: por que razão uma medida que não constava do Programa do Movimento das Forças Armadas e assumia implicações tão consideráveis, a curto e a longo prazo, obteve um apoio suficientemente alargado para ser inscrita na Constituição da República enquanto uma conquista irreversível da classe trabalhadora? A resposta ensaiada ao longo destas páginas estabelece uma articulação entre conflitos sociais e economia política, identificando-a enquanto o centro de gravidade do processo que conduziria à nacionalização da banca.
          Nesse sentido, analisa o modo como as lutas sociais contribuíram para um processo de radicalização cumulativa iniciado no final do Estado Novo, que ganharia intensidade crescente ao longo do processo revolucionário. Simultaneamente, tenta compreender por que razão o diagnóstico da situação económica contribuiu para polarizar o combate político, cartografando as linhas de força de um debate que conheceu sucessivas declinações e abrangeu aspetos tão diversos como a inflação, a legislação laboral ou as relações de propriedade. Num contexto de crise económica e revolucionária, o setor bancário converteu-se num ponto crítico da relação entre trabalho e capital: a concessão de crédito assumiria uma importância decisiva após o 25 de Abril, com os sindicatos a atribuir aos banqueiros propósitos de desestabilização associados à prática de “sabotagem económica”; na sequência da nacionalização do setor, por sua vez, governantes, gestores e sindicalistas propuseram-se colocar “a banca ao serviço do povo”, no contexto de uma breve experiência de “transição socialista” cujo eco se faria sentir no texto da Constituição da República. O caso da banca revela-se assim uma chave interpretativa privilegiada para identificar o elenco de problemas e o horizonte de possibilidades que dominou a conjuntura histórica a seguir ao 25 de Abril. Este livro propõe-se contribuir para o amadurecimento do campo historiográfico dedicado à interpretação do processo revolucionário de 1975-75, estabelecendo um diálogo crítico com os trabalhos de investigação produzidos acerca do tema ao longo dos últimos anos.

          Recensões e obra aqui: https://imprensa.ihc.fcsh.unl.pt/noronhar2018/

          PT/AHS-ICS/DIV-02C-2025-02 · Item · 2025-02
          Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

          Nicoli Braga Macêdo, 2025, A condição artística e a prática escultórica feminina em Portugal: da Monarquia Constitucional à Primeira República [Tese de doutoramento em História Contemporânea], Universidade Autónoma de Lisboa.

          O objeto da tese materializa-se na condição artística do feminino e suas possíveis intercorrências ideológicas, sociais e políticas em Portugal, entre finais do século XIX e início do século XX. Dois propósitos são enunciados: o primeiro visa a compreensão da entrada das alunas mulheres no seio das academias de belas-artes no país; e o segundo, o estudo e levantamento das artistas que trilharam caminho no campo da representação escultórica. Delineamos esse estudo através de uma análise pormenorizada nos meandros das academias portuguesas com a identificação de alunas e futuras artistas mulheres e seus trabalhos. Propormos indagações em dois eixos temáticos gerais, o primeiro em História das Mulheres e o segundo em História da Arte. Tencionamos demonstrar se existiu uma transformação nas formas que regiam o comportamento e a participação feminina, seja em moldes sociais, políticos ou, sobretudo, culturais.

          PT/AHS-ICS/DIV-02B-202210b · Item · 2022
          Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

          FILHO, Macioniro Celeste. “A Escola Nova autoritária proposta nos primórdios do Estado Novo em Portugal” in Revista Brasileira de História da Educação, Volume 22, e238, 2022, pp. 1-40.

          Em 1934, no começo do Estado Novo em Portugal, foi proposta a implantação da Escola Nova nas escolas portuguesas. A concepção dessa Escola Nova foi então instrumentalizada para se adaptar a um regime autoritário, em processo de consolidação nesse país. Concebia-se, então, uma Escola Nova autoritária. É propósito deste artigo apresentar contextualizadamente a campanha pela Escola Nova divulgada pelo jornal Diário da Manhã, órgão do regime salazarista. A metodologia utilizada foi a de pesquisa e análise documental, tendo como fonte privilegiada os editoriais sobre o tema publicados no Diário da Manhã. É objetivo deste trabalho compreender e elucidar os processos de ressignificação autoritária que as ideias da Escola Nova tiveram no início do Estado Novo em Portugal.

          PT/AHS-ICS/DIV-02C-2018-05 · Item · 2018-05
          Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

          Pires, Leonardo Alexandre Aboim (2018). A Junta Nacional das Frutas: corporativismo,
          desenvolvimento industrial e modernização agrícola no Estado Novo (1936-1974) [Dissertação de mestrado, NOVA FCSH].
          Repositório da NOVA FCSH. https://run.unl.pt/handle/10362/58221

          O objetivo desta investigação é a análise da relação entre o enquadramento institucional e desenvolvimento económico, procurando a significância histórica deste postulado,
          através da compreensão de alguns preceitos como o modelo de intervenção estatal e a rede de organismos e instituições criadas para o cumprimento deste objetivo assim como a regulação do mercado e o comportamento dos agentes económicos e da iniciativa privada.
          Este tema é analisado no contexto português, a partir da perspetiva do sector agrícola, através do estudo da ação de um organismo corporativo de coordenação económica, a
          Junta Nacional das Frutas (JNF), responsável pela regulação do sector frutohortícola. É nossa intenção refletir sobre inserção desta instituição na economia portuguesa entre as
          décadas de 1930 e 1970. Além disso, o que se pretende é também a análise do investimento que a JNF fez em ciência, inovação e know-how de modo a enfatizar as suas
          consequências no processo de industrialização e da modernização agrícola em Portugal.
          Em suma, a nossa pesquisa baseia-se na apresentação das linhas-chave da atuação da JNF, a sua inserção no contexto do Estado Novo e quais as suas consequências, interpretando o caminho dos objetivos económicos que permite conhecer, não apenas os desenvolvimentos e os sucessos, mas também, as limitações e os fracassos do regime.

          PT/AHS-ICS/DIV-02C-2018-07 · Item · 2018-07
          Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

          Eusébio, Gonçalo Vargas (2018). "A renascença portuguesa e as universidades populares" [tese de mestrado em História Moderna e Contemporânea], Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. http://hdl.handle.net/10451/36266

          Sempre procurei ver a História como a ciência que estuda a ação do Homem no espaço e no tempo, melhor dizendo, num determinado espaço físico e num certo período
          de tempo: assim no meu percurso académico tentei sempre melhorar o modo como pesquisava as fontes, e escolhia o que achava mais importante, do que entendia como
          acessório. Não deixando de ser uma visão subjetiva, o trabalho e rigor que muitas vezes exige enobrece a profissão de Historiador. Um trabalho sempre incompleto, e baseado no que foi escrito anteriormente, mas que tem a grande utilidade de servir como uma fonte para aproveitamento futuro. Nessa perspetiva, um trabalho sobre educação e a história nacional durante um espaço de tempo definido entre a parte final do século XIX, influenciado pela crise de 1891-92 que se seguiu ao “Ultimatum” britânico, e que marcaria a entrada no século seguinte, com novas formas de protesto contra a Monarquia Constitucional, com uma crescente adesão ao republicanismo e a outros movimentos políticos e sociais, e o aparecimento e desenvolvimento de novas iniciativas culturais e cívicas. O surgimento da Renascença Portuguesa e do seu órgão A Águia, insere-se assim na sequência desses movimentos que pretendiam outra sociedade, mais esclarecida e interventiva, um tópico sempre presente ao longo da História, mas que a República veio trazer ainda com mais pertinência.

          PT/AHS-ICS/DIV-02C-2017-10 · Item · 2017-10
          Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

          Almeida, Andreia da Silva. (2017). "A saúde no Estado Novo de Salazar (1933-1968) : políticas, sistemas e estruturas" [Tese de doutoramento em História, na especialidade de História Contemporânea, Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. http://hdl.handle.net/10451/30337

          O presente trabalho de investigação centra-se na análise das políticas de saúde levadas a cabo pelo Estado Novo durante a governação de Salazar, desde o seu início, em 1933, até ao seu ocaso, em 1968. Numa perspectiva global, procedeu-se à análise da evolução dos vários subsistemas – sanitário, assistencial, previdencial - e das respectivas estruturas sanitárias, analisando com maior precisão a evolução do sector hospitalar, que se tornaria central para o regime. Observou-se, da mesma forma, a evolução orgânica do sector, tendo em conta a sua fragmentação por vários ministérios, enfatizando, contudo, a evolução política do Subsecretariado de Estado da Assistência Social e, posteriormente, do Ministério da Saúde e Assistência. Numa dinâmica comparativista, apontaram-se algumas influências internacionais a que foi sujeito o sector, nomeadamente a sua relação com a O.M.S., bem como os ecos, em Portugal, da criação do National Health Service, no Reino Unido. Numa perspectiva globalizante, analisaram-se algumas vozes críticas às orientações políticas nesta área, nomeadamente as levantadas pela oposição preconizada pelo P.C.P., pela pressão da Ordem dos Médicos e de alguma opinião pública, bem como de alguns movimentos católicos. Contextualizadas no âmbito da evolução global do regime, foram apontadas, para o período em estudo, duas fases de fomento das políticas sanitárias concomitantes com dois grandes períodos de crise do Estado Novo, durante o período correspondente à II Guerra Mundial e em 1958, no rescaldo das eleições presidênciais. O presente estudo analisou, ainda, a ideologia do regime face ao papel do Estado na área da saúde, bem como a evolução de algumas profissões sanitárias e a relevância do seu papel político durante o período em estudo. No sentido de avaliar os resultados das políticas de saúde adoptadas pelo Estado Novo de Salazar, encentou-se uma análise à evolução de vários indicadores sanitários, na diacronia e na sincronia, a nível internacional. Nesse sentido, destacou-se a análise à evolução da mortalidade infantil e da mortalidade materna, indicadores, por excelência do nível sanitário de qualquer país, bem como a evolução de algumas patologias infecciosas, como a tuberculose, a malária, a lepra ou a sífilis. A presente análise contemplou, pois, um conjunto de factores influenciadores das políticas sanitárias, do ponto de vista técnico, científico, tecnológico, estrutural, económico e socio-cultural, bem como os resultados dessas mesmas políticas, do ponto de vista da evolução dos indicadores sanitários da população portuguesa. Este estudo prova, pois, que a política de saúde do Estado Novo de Salazar comportou-se como um reflexo da política geral, funcionando os grandes períodos de crise do regime como seus catalisadores. Contudo, o resultado destas opções políticas foi o desenvolvimento de um sistema de saúde fragmentado, descoordenado, não equitativo e não universal, constituído por uma multiplicidade de subsistemas híbridos e frágeis, fomentadores de desigualdades sociais. Durante o Estado Novo de Salazar observou-se, pois, uma continuidade da política assistencialista, supletivista, caritativista e não universalista, ao nível da saúde, observando-se, contudo, uma evolução na continuidade, uma evolução orgânica, política e estrutural, com claras repercussões nos índices sanitários da população portuguesa. Do ponto de vista ideológico, o regime manteve inalterável a sua doutrina oficial - supletivista, caritativista, assistencialista, natalista, conservadora, católica – registando-se, contudo, uma grande incongruência entre a ideologia e a prática políticas, que se avolumou, essencialmente, durante a década de sessenta.

          PT/AHS-ICS/DIV-02B-202004 · Item · 2020-04
          Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

          Bandeira, Filomena (2020). "A Sociedade de Instrução e Beneficência A Voz do Operário. Outra forma de fazer política: a propósito da reforma dos serviços escolares (1924-1935)" in Cadernos de História da Educação, v.19, n.1, pp.187-213.

          Este artigo insere-se num projeto sobre Escolas e experiências de referência em Portugal no século XX e centra-se no estudo de uma instituição que desenvolve atividades educativas num quadro associativo e para as classes populares. Optámos por uma apresentação descritiva com a intenção de argumentar que a adoção e aplicação de um modelo educativo, inspirado na Educação Nova e conformado a um público específico, assentou numa estratégia sociopolítica, emergente das condições históricas do associativismo operário na primeira metade do século XX e da situação vivida no País com a crise da Primeira República, que desembocou no Estado Novo. No artigo explanamos o processo de reforma dos serviços escolares da Voz do Operário entre 1924-1935, não sem antes apresentarmos uma história sumária da Sociedade, desde o fim do século XIX até à década de 1950, com o objetivo de representar a associação na sua dimensão, atividade e significado social.