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          PT/AHS-ICS/DIV-02C-2022-10 · Item · 2022-10
          Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

          Noras, José Raimundo (2022). A ação política e o ideário social de José Relvas (1858-1929) [Tese de doutoramento, PiudHist].
          Repositório da Universidade de Lisboa: https://repositorio.ulisboa.pt/handle/10451/55954

          A nossa tese procurou materializar uma biografia política de José Relvas (1858- 1929). O foco de análise foi centrado nos esteios da sua ação como republicano, procurando esclarecer as doutrinas sociais e económicas que preconizava. Para isso, recolhemos e sistematizámos, de forma exaustiva, a produção escrita desta multifacetada figura dos séculos XIX e XX, dispersa em documentos inéditos e em publicações várias. Este trabalho desenvolveu-se na base de três objetivos fundamentais: a elaboração de uma narrativa biográfica completa de José Relvas; a análise e a sistematização do pensamento político e social do biografado; e a problematização das várias fases do seu relacionamento com o movimento republicano. A nossa investigação revelou que o envolvimento político de José Relvas foi bastante mais tardio do que se supunha e se prolongou no tempo para além das suas últimas funções governativas. O primeiro cargo público documentado data de 1885 e o último comício vinícola onde participou decorreu em julho de 1929. Deste modo, o horizonte temporal centrou-se no seu percurso de vida, organizado em 12 capítulos, correspondentes a diferentes fases da sua vida. Na boa medida das fontes disponíveis, dos estudos existentes e do enfoque da investigação, o período entre 1907 e 1919 foi, naturalmente, desenvolvido com maior detalhe. Na verdade, corresponde aos anos de maior envolvimento político como republicano de José Relvas, (a adesão ao Partido Republicano e as últimas funções governativas desempenhadas). O título escolhido pretende orientar a nossa análise para as suas preocupações com a “questão social”, procurando esclarecer como esta era defendia por José Relvas, na sua atuação, no seu engajamento associativo e na sua ação política, no contexto do movimento republicano, durante as fases de revolução, de afirmação e de colapso da I República. De que forma o idealismo, quase sempre deu lugar ao pragmatismo, nas ações políticas e governativa, constituiu a questão-chave.

          PT/AHS-ICS/DIV-02C-2025-02 · Item · 2025-02
          Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

          Nicoli Braga Macêdo, 2025, A condição artística e a prática escultórica feminina em Portugal: da Monarquia Constitucional à Primeira República [Tese de doutoramento em História Contemporânea], Universidade Autónoma de Lisboa.

          O objeto da tese materializa-se na condição artística do feminino e suas possíveis intercorrências ideológicas, sociais e políticas em Portugal, entre finais do século XIX e início do século XX. Dois propósitos são enunciados: o primeiro visa a compreensão da entrada das alunas mulheres no seio das academias de belas-artes no país; e o segundo, o estudo e levantamento das artistas que trilharam caminho no campo da representação escultórica. Delineamos esse estudo através de uma análise pormenorizada nos meandros das academias portuguesas com a identificação de alunas e futuras artistas mulheres e seus trabalhos. Propormos indagações em dois eixos temáticos gerais, o primeiro em História das Mulheres e o segundo em História da Arte. Tencionamos demonstrar se existiu uma transformação nas formas que regiam o comportamento e a participação feminina, seja em moldes sociais, políticos ou, sobretudo, culturais.

          PT/AHS-ICS/DIV-02C-2018-07 · Item · 2018-07
          Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

          Eusébio, Gonçalo Vargas (2018). "A renascença portuguesa e as universidades populares" [tese de mestrado em História Moderna e Contemporânea], Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. http://hdl.handle.net/10451/36266

          Sempre procurei ver a História como a ciência que estuda a ação do Homem no espaço e no tempo, melhor dizendo, num determinado espaço físico e num certo período
          de tempo: assim no meu percurso académico tentei sempre melhorar o modo como pesquisava as fontes, e escolhia o que achava mais importante, do que entendia como
          acessório. Não deixando de ser uma visão subjetiva, o trabalho e rigor que muitas vezes exige enobrece a profissão de Historiador. Um trabalho sempre incompleto, e baseado no que foi escrito anteriormente, mas que tem a grande utilidade de servir como uma fonte para aproveitamento futuro. Nessa perspetiva, um trabalho sobre educação e a história nacional durante um espaço de tempo definido entre a parte final do século XIX, influenciado pela crise de 1891-92 que se seguiu ao “Ultimatum” britânico, e que marcaria a entrada no século seguinte, com novas formas de protesto contra a Monarquia Constitucional, com uma crescente adesão ao republicanismo e a outros movimentos políticos e sociais, e o aparecimento e desenvolvimento de novas iniciativas culturais e cívicas. O surgimento da Renascença Portuguesa e do seu órgão A Águia, insere-se assim na sequência desses movimentos que pretendiam outra sociedade, mais esclarecida e interventiva, um tópico sempre presente ao longo da História, mas que a República veio trazer ainda com mais pertinência.

          PT/AHS-ICS/DIV-02C-2017-10 · Item · 2017-10
          Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

          Almeida, Andreia da Silva. (2017). "A saúde no Estado Novo de Salazar (1933-1968) : políticas, sistemas e estruturas" [Tese de doutoramento em História, na especialidade de História Contemporânea, Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. http://hdl.handle.net/10451/30337

          O presente trabalho de investigação centra-se na análise das políticas de saúde levadas a cabo pelo Estado Novo durante a governação de Salazar, desde o seu início, em 1933, até ao seu ocaso, em 1968. Numa perspectiva global, procedeu-se à análise da evolução dos vários subsistemas – sanitário, assistencial, previdencial - e das respectivas estruturas sanitárias, analisando com maior precisão a evolução do sector hospitalar, que se tornaria central para o regime. Observou-se, da mesma forma, a evolução orgânica do sector, tendo em conta a sua fragmentação por vários ministérios, enfatizando, contudo, a evolução política do Subsecretariado de Estado da Assistência Social e, posteriormente, do Ministério da Saúde e Assistência. Numa dinâmica comparativista, apontaram-se algumas influências internacionais a que foi sujeito o sector, nomeadamente a sua relação com a O.M.S., bem como os ecos, em Portugal, da criação do National Health Service, no Reino Unido. Numa perspectiva globalizante, analisaram-se algumas vozes críticas às orientações políticas nesta área, nomeadamente as levantadas pela oposição preconizada pelo P.C.P., pela pressão da Ordem dos Médicos e de alguma opinião pública, bem como de alguns movimentos católicos. Contextualizadas no âmbito da evolução global do regime, foram apontadas, para o período em estudo, duas fases de fomento das políticas sanitárias concomitantes com dois grandes períodos de crise do Estado Novo, durante o período correspondente à II Guerra Mundial e em 1958, no rescaldo das eleições presidênciais. O presente estudo analisou, ainda, a ideologia do regime face ao papel do Estado na área da saúde, bem como a evolução de algumas profissões sanitárias e a relevância do seu papel político durante o período em estudo. No sentido de avaliar os resultados das políticas de saúde adoptadas pelo Estado Novo de Salazar, encentou-se uma análise à evolução de vários indicadores sanitários, na diacronia e na sincronia, a nível internacional. Nesse sentido, destacou-se a análise à evolução da mortalidade infantil e da mortalidade materna, indicadores, por excelência do nível sanitário de qualquer país, bem como a evolução de algumas patologias infecciosas, como a tuberculose, a malária, a lepra ou a sífilis. A presente análise contemplou, pois, um conjunto de factores influenciadores das políticas sanitárias, do ponto de vista técnico, científico, tecnológico, estrutural, económico e socio-cultural, bem como os resultados dessas mesmas políticas, do ponto de vista da evolução dos indicadores sanitários da população portuguesa. Este estudo prova, pois, que a política de saúde do Estado Novo de Salazar comportou-se como um reflexo da política geral, funcionando os grandes períodos de crise do regime como seus catalisadores. Contudo, o resultado destas opções políticas foi o desenvolvimento de um sistema de saúde fragmentado, descoordenado, não equitativo e não universal, constituído por uma multiplicidade de subsistemas híbridos e frágeis, fomentadores de desigualdades sociais. Durante o Estado Novo de Salazar observou-se, pois, uma continuidade da política assistencialista, supletivista, caritativista e não universalista, ao nível da saúde, observando-se, contudo, uma evolução na continuidade, uma evolução orgânica, política e estrutural, com claras repercussões nos índices sanitários da população portuguesa. Do ponto de vista ideológico, o regime manteve inalterável a sua doutrina oficial - supletivista, caritativista, assistencialista, natalista, conservadora, católica – registando-se, contudo, uma grande incongruência entre a ideologia e a prática políticas, que se avolumou, essencialmente, durante a década de sessenta.

          PT/AHS-ICS/DIV-02C-2014-09 · Item · 2014
          Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

          GAMA, Olinda da Conceição de Jesus - Anarquismo e relações de género: o olhar anarquista do início do século XX [Em linha]. Lisboa: ISCTE-IUL, 2014. Dissertação de mestrado. [Consult. Dia Mês Ano] Disponível em www:http://hdl.handle.net/10071/9157.
          Dissertação apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em História Moderna e Contemporânea, ISCTE.

          A presente dissertação tem como preocupação central analisar e interpretar a «arquitetura mental» dos anarquistas do início do século XX sobre relações e poder de género. A concretização deste desígnio desenvolve-se através da análise do discurso e da presença de temas sobre as relações e poder de género em publicações de tendência anarquista. Foram consideradas as publicações A Sementeira, Guerra Social e O Protesto, no período compreendido entre 1908 e 1919, submetidas a um procedimento sistemático de registo e análise dos respetivos conteúdos. Tendo por referência os princípios enunciados pelos teóricos anarquistas, nomeadamente no que respeita à horizontalidade nas relações sociais, à denúncia e resistência às manifestações de poder e de autoridade, à enfática defesa que assumem da independência, autonomia e autodeterminação individual, nos diferentes planos da vivência pessoal e social, procedeu-se a um estudo das posições e argumentação expressas na imprensa e da sua relação com os princípios de doutrina defendidos pelo pensamento anarquista. As duas questões principais que orientaram o nosso estudo foram as seguintes: (a) Existirá congruência ou consonância entre os pressupostos doutrinários do anarquismo e a abordagem das relações de género exposta e defendida na imprensa? (b) O olhar dos libertários que escrevem na imprensa portuguesa no início do século XX incorpora, mantém ou adapta, de alguma forma, uma construção social de género? Da pesquisa realizada foi possível apurar um significativo grau de consonância entre a abordagem sobre a condição feminina e as relações de género da imprensa anarquista portuguesa do início do século XX e os pressupostos doutrinários do anarquismo. Sobressaiu uma abordagem onde pontificam: (a) a denúncia sistemática dos estereótipos de género prevalecentes e da sua submissão à moral dominante; (b) o sublinhado da diferença de condições de vida e de condição social entre as mulheres trabalhadoras e as mulheres burguesas; (c) o relevo da íntima relação entre dominação de género e dominação de classe e do seu mútuo contributo para a degradada condição feminina; (d) a afirmação da necessidade de uma efetiva emancipação feminina, dependente de uma profunda mudança social e pessoal, e da capacidade de as mulheres se libertarem, elas próprias, da condição submissa e dependente que lhes prescreve a ordem simbólica e ideológica prevalecente.
          PT/AHS-ICS/DIV-02C-2023-02 · Item · 2023-02
          Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

          Ralão, Joana, As mulheres no movimento estudantil da década de 70, Mestrado em História Contemporânea, FCSH, Universidade Nova de Lisboa. http://hdl.handle.net/10362/160432

          O movimento estudantil de inícios da década de 70 contou com a participação de várias mulheres que se empenharam ativamente na alteração da situação política, económica e social do país, numa altura em que a adoção de atitudes, comportamentos e práticas de contestação ao regime acarretavam consequências graves e implicavam grandes sacrifícios dos seus participantes. Partindo da recolha e análise de doze testemunhos inéditos, a presente dissertação de mestrado procura estudar a presença e participação das mulheres no movimento estudantil lisboeta de inícios da década de 70 em duas Faculdades da Universidade de Lisboa: a Faculdade de Direito e a Faculdade de Ciências. Particular atenção será dada às trajetórias de vida destas mulheres e aos processos de consciencialização política e social, politização, envolvimento político e, num último momento, de desmobilização. Veremos como foi no terreno estudantil ou a partir deste que estas mulheres desenvolveram a sua atividade política e social, mobilizando-se para as mais diversas causas e lutas: pela democratização do ensino, pelo fim de um regime autoritário, pela liberdade, e pelo fim da guerra colonial. As estudantes intervinham de diferentes formas no movimento estudantil e o seu percurso no ativismo era feito de forma gradual e cumulativa. Estas podiam integrar órgãos legais (como as delegações de curso e as Associações de Estudantes), estruturas semiclandestinas (cooperativas e comissões) e organizações clandestinas, de cariz político. Estas mulheres não escaparam à atitude repressiva que o regime lançava a todos aqueles que o ameaçavam e, por isso, o seu envolvimento na mobilização estudantil teve consequências graves nas suas trajetórias e percursos de vida (tanto a nível pessoal, académico e profissional). Resgatando as suas memórias e dando visibilidade à sua participação na vida social e política do país, este estudo procura, acima de tudo, integrar estas mulheres no espaço público e na memória coletiva do movimento estudantil.

          PT/AHS-ICS/DIV-02C-2012 · Item · 2012
          Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

          GONÇALVES, Leandro Pereira. Entre Brasil e Portugal Trajetória e Pensamento de Plínio Salgado e a Influência do Conservadorismo Português [Tese de doutoramento], São Paulo, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.

          Esta tese tem como objetivo a investigação da trajetória de Plínio Salgado para a formação e o desenvolvimento do integralismo brasileiro em suas mais variadas fases, buscando as múltiplas matrizes discursivas e a circularidade cultural no campo das apropriações, observando o processo de circularidade cultural no trato com os componentes lusitanos. A análise estabeleceu discussões com referência à produção doutrinária, política, literária e religiosa, além de manifestos, entrevistas e depoimentos, ou seja, elementos bibliográficos que contribuíram para a compreensão do integralismo brasileiro, notadamente em relação ao líder Plínio Salgado, que foi o principal mentor do movimento. Com base no conceito de cultura política, a investigação propôs a análise do pensamento evolutivo do líder integralista centrada no contexto de influência lusitana e basicamente católica, preceito que o acompanhou por toda a vida.

          PT/AHS-ICS/DIV-02C-2020-11 · Item · 2020-11-27
          Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

          Saragiotto, Maira Fernanda dos Santos (2020). Maria Lamas e As Mulheres do Seu País: Construção de narrativas através de olhar de mulher, jornalista e intelectual [Tese de Mestrado em História e Património - Ramo Estudos Locais e Regionais - Construção de Memórias], Faculdade de Letras da Universidade do Porto.
          Repositório do Iscte. https://repositorio-aberto.up.pt/bitstream/10216/131859/2/440021.1.pdf

          Esta dissertação presente analisar as circunstâncias do desenvolvimento e publicação da obra As Mulheres do Meu País, escrita pela jornalista portuguesa, Maria Lamas, entre
          os anos de 1948 e 1950. Trabalho publicado inicialmente em fascículos e que em 2002 ganhou uma nova edição pela editora Editorial Caminho. A obra surgiu tanto como denúncia das políticas impostas às mulheres durante Estado Novo (1933-1974), quanto para identificar e registar quem eram as trabalhadoras portuguesas: camponesas,
          mulheres do mar, operárias, trabalhadoras domésticas e outras profissionais. O presente trabalho analisa os contextos em que se produziu essa publicação, o percurso
          de Maria Lamas na sua preparação e explora o seu conteúdo. Procurou-se detetar o olhar comprometido e atento da autora à diversidade das mulheres do seu País, às
          relações e condições de trabalho. Anotaram-se as condicionantes de construção de um repositório de informação, raramente explorado,assim como as variáveis observadas na construção de identidades plurais das mulheres deste País.

          PT/AHS-ICS/DIV-02C-2013-07 · Item · 2013-07
          Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

          Correia, Rosa de Lurdes Matias Pires (2013). O Conselho Nacional das Mulheres Portuguesas: A Principal Associação de Mulheres da Primeira Metade do Século XX (1914-1947)
          Dissertação apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Estudos sobre as Mulheres, Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa

          Pretende-se com este estudo retratar a mais importante e duradoura associação feminista portuguesa da primeira metade do século XX, o Conselho Nacional das Mulheres Portuguesas (CNMP), que ao longo de mais de três décadas de existência fomentou, em contextos políticos adversos ao associativismo feminino, como foram a Ditadura Militar e o Estado Novo, diversas actividades em prol da causa feminista. Fundado em Lisboa, em 1914, sob a égide de Adelaide Cabete, conseguiu manter-se em actividade até ser dissolvido em 1947, pelo Estado Novo. O Conselho procurou reunir numa federação as agremiações feministas e femininas que se ocupavam da mulher e da criança, numa tentativa de evitar cisões no movimento feminista português e suscitar a adesão do maior número de mulheres, independentemente do seu posicionamento em relação à causa feminista. O Conselho definia-se como uma instituição feminina, apolítica e não religiosa. Apesar de não se assumir como uma organização feminista, a sua linha de actuação pautou-se sempre pela defesa da causa feminista. As suas activistas lutaram pelo direito da mulher à educação e instrução, à formação profissional, ao trabalho, à igualdade salarial e ao voto. Defenderam a coeducação, o pacifismo e os direitos dos animais. Reclamaram a promulgação de legislação social adequada à mulher trabalhadora e a alteração de alguns pontos do Código Civil. Combateram a prostituição regulamentada, a moral dupla e a mendicidade infantil. Para que estas reivindicações fossem ouvidas pelos diversos órgãos do poder político, organizaram conferências e congressos, apresentaram petições e representações e publicaram um boletim durante trinta e dois anos (em 1937 não foi editado).

          "Portugal de Salazar. Radiografia do Regime"
          PT/AHS-ICS/PQ-DOC-054 · Item · 1959-07-23
          Parte de Espólio Pinto Quartin

          Notícia sobre assembleia extraordinária da Secção Regional da Ordem dos Médicos que reuniu para leitura e discussão do relatório elaborado por uma comissão, nomeada em 1958, encarregue de elaborar um estudo sobre a carreira médica e que avalia o estado sanitário do país. O texto do comunicado foi publicado no jornal 'Estado de São Paulo'.

          Mota, João Santana