Autoria de António Tavares de Carvalho
Agrícola
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Contém 61 títulos datados de 1903-1944, que se centram na temática económica e estatística da província de Moçambique - regulamentos comerciais, boletins estatísticos, debates sobre a agricultura e a Fazenda, fiscalização dos preços, etc.
Tratam-se sobretudo de boletins e relatórios, e destacam-se o Boletim Das Alfândegas. Círculo Aduaneiro da África Oriental (4 documentos; 1903-1909), o Relatório do Inspetor da Fazenda (1910) e a Estatística do Comércio Externo e da Navegação (4 documentos; 1941-1945).
Contém 11 documentos publicados entre 1931-1934, relativos a exposições coloniais – concretamente, a exposição colonial de Paris (1931) e a primeira exposição colonial portuguesa, no Porto (1934).
Contém dezassete números de uma revista bimensal compostos, quase na sua totalidade, por publicidade direcionada sobretudo para a área agrícola e pecuária (seleção de sementes, utilização de adubos, indicação de inseticidas, caça e pesca). Inclui também artigos sobre aplicação de produtos e utensílios, tendo ainda nas últimas páginas de cada número, um espaço de perguntas (pelos leitores assinantes) e respostas (pelos redatores). Publicadas entre 1944 e1959, nas suas capas, estão imagens de locais simbólicos e de representação do mundo campestre e bucólico português tal como propagandeados pelo Estado Novo. Os exemplares correspondem aos Números 2030-2399.
Direção de Luís Gama.
Contém dois números de revista periódica relativos à divulgação de publicidade agrícola e pecuária, expondo também conhecimentos científicos e curiosidades nesse sentido (técnicas de cultivo, utilização de maquinaria e modos de exploração da terra). São mencionados territórios do (então) Ultramar português, de modo a exemplificar diferentes modelos agrícolas. As existências correspondem aos Números 88 e 89 do Volume VIII.
Direção de Lereno Barradas.
Após uma interrupção de alguns meses, iniciamos neste número a regularidade do Boletim de Estudos Operários (1982-1987) – dois números anuais. Essa nova periodicidade permite reunir e divulgar os trabalhos desenvolvidos nos meses anteriores, evidenciando a diversidade de fontes que o AHS tem vindo a salvaguardar. Este número percorre diferentes momentos do século XX: da história da Junta Nacional do Azeite durante a transição do Estado Novo ao internacionalismo secular da Escola Moderna, do campo dos Estudos Operários consolidado em Portugal nas últimas décadas às dinâmicas de anticolonialismo e pan-africanismo associadas às independências africanas.
Em destaque, o investigador Tiago Gomes oferece-nos uma reflexão a partir do mapa das cooperativas ligadas à JNA, salvaguardado por um projecto coordenado pelo investigador Manuel Lucena durante a transição do longo Estado Novo, e posteriormente reutilizado num manuscrito que não chegou a publicar. Neste número temos também a estreia de Catarina Pinto na secção escolha do arquivista, com um ensaio sobre o fundador da Escola Moderna, cuja morte teve impacto internacional, tal como expressam fontes no AHS oriundas do espólio de Pinto Quartin.
O Espólio Pinto Quartin mantém-se ainda como um manancial de fontes na longa duração. Catarina Pinto converteu também para digital o catálogo desenvolvido por Goreti Matias em 1985 e 1986, publicado em três partes no Boletim de Estudos Operários (nºs 7, 8, e 9), numa iniciativa AHS que recupera informação sistematizada para um campo de estudos então emergente.
Recentes adendas ao catálogo derivam do projeto de investigação de Annarita Gori, Export Portugal: Cultural Diplomacy and the Rebranding Strategies of the Estado Novo in the United States, e da doação do filho de Cristina Fernandes Pereira. Ao nível do inventário digital, destacam-se duas outras novidades: a biblioteca pessoal de António Sousa Ribeiro com mais de seis centenas de publicações sobre o colonialismo português; e, com a conclusão do tratamento arquivístico do espólio de José Carlos Horta, o acesso em linha a correspondência com Viriato da Cruz, nacionalista angolano, depois de em número anterior termos assinalado o seu papel na UGEAN. Boas leituras. Inês Ponte
Contém 11 títulos datados de 1911-1934, publicados em Portugal continental (antiga metrópole) relativamente à então colónia de Moçambique. As publicações são sobretudo relatórios administrativos dos distritos, mencionando também as obras públicas, e incluindo conferências. Algumas publicações foram escritas por antigos ministros das colónias (António Enes) ou secretários-gerais das colónias (Mouzinho de Albuquerque).
Este número de revista corresponde ao Número 3 do Ano V, publicado em março de 1956.
Editado pelo Mensário dos Produtores Rurais do Brasil