Forças Armadas
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Cadernos de circunstância era uma publicação de ciências sociais que analisava a situação política, económica e cultural em Portugal. Era editado no exílio em primeiro em Arcueil e mais tarde em Paris. Era socialista e revolucionário
A comissão coordenadora da publicação era composta pelas seguintes pessoas, com alguma flutuação entre os números: Alfredo Margarido, Aquiles de Oliveira, Fernando C. Medeiros, João Rocha, José Porto e Manuel Villaverde Cabral, Alberto Melo, João Freire, Jorge Valadas, José Hipólito dos Santos, José Rodrigues dos Santos.
Pedro de Pezarat Correia nasceu no Porto em 16 de novembro de 1932. Fez o curso liceal no Colégio Militar e a licenciatura em Ciências Militares na então Escola do Exército em 1954. Oficial general reformado desde 1986.
Esteve em seis comissões durante a Guerra Colonial (Índia, Moçambique, Angola e Guiné). Participante, desde as suas origens, na movimentação militar que desembocou o 25 de Abril de 1974, integrou o Conselho da Revolução desde a sua criação em março de 1975 até à sua extinção em outubro de 1982 e, nessa qualidade, comandou a Região Militar do Sul.
Na Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra instalou e lecionou a cadeira de Geopolítica e Geoestratégia. Conferencista no IDN, UAL e outros institutos superiores militares. Autor e coautor de muitas dezenas de livros e trabalhos sobre geopolítica e geoestratégia, estratégia e conflitos, 25 de Abril, Guerra Colonial e descolonização. Especificamente na área militar é autor de Centuriões ou pretorianos bem como de Manual de Geopolítica e Geoestratégia.
Militar e político português, foi Governador e Comandante Chefe das Forças Armadas em Angola (1961-1962) e Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas (1968-1972).
Foi Oficial Pára-Quedista. Comandante dos Grupos Especiais de Pára-Quedistas (GEP)
Militar e político português. Capitão-de-Mar-e-Guerra, foi também governador do Distrito de Cabo Delgado – Moçambique (1932-1933), governador de Macau (1940-46), governador-geral de Moçambique (1946-1958) e administrador estatal do Banco Nacional Ultramarino (1959-1962). Deputado nas legislaturas II (1938-42, parte de mandato suspenso para ser Governador de Macau), IV (1945-49, parte de mandato suspenso para ser Governador de Moçambique), IX (1965-69). Conhecido como “Comandante”.
Militar e político português. Foi comandante das Regiões Militares de Moçambique (1965-1969) e de Angola (1970-1972). Fez parte da Junta de Salvação Nacional e ocupou o cargo de presidente da república entre 1974 e 1976.
Deputado à Assembleia Nacional (1961-68). Subchefe e chefe do Estado-Maior da Região Militar e do Comando Chefe de Moçambique (1969-71). Comandante militar em Moçambique, no pós-25 de Abril
Militar português, foi governador do Distrito do Bié
[quinzenal] Boletim Informativo do Movimento das Forças Armadas, dirigido pela Comissão Coordenadora do Programa do MFA. Foram publicados ao todo 25 números, entre 1 de setembro de 1974 e 14 de agosto de 1975, que tinham por objetivo divulgar a situação económica, social, política e militar vivida em Portugal, após o 25 de Abril de 1974. A edição do boletim era da responsabilidade da 5ª Divisão do Estado Maior General das Forças Armadas, e a sua distribuição estava a cargo do jornal O Século.
-http://casacomum.org/cc/arquivos?set=e_3147
Militar português, foi Comandante da 1ª Região Militar.
Militar e político português, foi deputado (1945-1955) e Ministro da Defesa Nacional (1968-1973).
Capelão militar, nomeado em 1966 Bispo auxiliar de Lisboa e Bispo de Madarsuma, com as funções de capelão-mor das Forças Armadas. Foi director da revista Flama.
Formado em direito. Oficial miliciano em Nampula no 25 de Abril de 1974
Militar português da Armada, desempenhou diversos cargos de relevo durante o Estado Novo e o seu percurso foi marcado pela defesa militante do regime.