4º aniversário da prisão de 5 militantes do MPLA e da OMA (Deolinda Rodrigues; Irene Cohen; Engrácia dos Santos; Teresa Afonso e Lucrécia Pam) mais tarde assassinadas. 4 poemas do cárcere. Edição do Departamento de Informação e Propaganda do MPLA
MPLA - Movimento Popular de Libertação de AngolaMulheres
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Edição do Movimento Liberazione e Sviluppo
Guiné-Bissau: sintese histórica. 17 anos de luta. O pensamento político de A. Cabral. 2º Congresso do PAIGC. Proclamação do Estado da Guiné-Bissau (tradução não oficial). Reconhecimento da Independência pela ONU. Significado político da Independência da Guiné-Bissau
Movimento Liberazione e SviluppoMemorando das Brigadas das Mulheres em Angola - UNITA - ao encontro em Tirana - Albânia.
UNITA - União Nacional para a Independência Total de AngolaBrochura editada pelo Destacamento das Mulheres da FRELIMO. Contém artigo de Josina Machel.
FRELIMO - Frente de Libertação de MoçambiqueConstituição da Secção Feminina da FRELIMO; nomeação de Deolinda Raul Guessimane e Marina Pashinuapa para o Comité Central
FRELIMO - Frente de Libertação de MoçambiqueConferência feita por Ana de Castro Osório no Centro Escolar Dr. Afonso Costa. A brochura é editada pelo Grupo Português de Estudos Feministas (fundado em 1907).
Lousada, Isabel. Adelaide Cabete (1867-1935). - Lisboa: Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género, 2010. - 107, [4] p. - (Fio de Ariana; 6). - ISBN 978-972-597-329-5
"No 75º aniversário da morte de Adelaide Cabete, ocorrida a 14 de Setembro, e quando se comemora o centenário da proclamação da República, pretende-se honrar a memória de uma das suas protagonistas, procurando revelar as facetes humanistas da vida desta mulher que foi médica, higienista, publicista, socióloga, republicana, socialista, educadora e feminista socióloga, maçona, republicana, socialista, livre-pensadora, educadora e feminista. Quem foi Adelaide Cabete?"
GAMA, Olinda da Conceição de Jesus - Anarquismo e relações de género: o olhar anarquista do início do século XX [Em linha]. Lisboa: ISCTE-IUL, 2014. Dissertação de mestrado. [Consult. Dia Mês Ano] Disponível em www:http://hdl.handle.net/10071/9157.
Dissertação apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em História Moderna e Contemporânea, ISCTE.
A presente dissertação tem como preocupação central analisar e interpretar a «arquitetura mental» dos anarquistas do início do século XX sobre relações e poder de género. A concretização deste desígnio desenvolve-se através da análise do discurso e da presença de temas sobre as relações e poder de género em publicações de tendência anarquista. Foram consideradas as publicações A Sementeira, Guerra Social e O Protesto, no período compreendido entre 1908 e 1919, submetidas a um procedimento sistemático de registo e análise dos respetivos conteúdos. Tendo por referência os princípios enunciados pelos teóricos anarquistas, nomeadamente no que respeita à horizontalidade nas relações sociais, à denúncia e resistência às manifestações de poder e de autoridade, à enfática defesa que assumem da independência, autonomia e autodeterminação individual, nos diferentes planos da vivência pessoal e social, procedeu-se a um estudo das posições e argumentação expressas na imprensa e da sua relação com os princípios de doutrina defendidos pelo pensamento anarquista. As duas questões principais que orientaram o nosso estudo foram as seguintes: (a) Existirá congruência ou consonância entre os pressupostos doutrinários do anarquismo e a abordagem das relações de género exposta e defendida na imprensa? (b) O olhar dos libertários que escrevem na imprensa portuguesa no início do século XX incorpora, mantém ou adapta, de alguma forma, uma construção social de género? Da pesquisa realizada foi possível apurar um significativo grau de consonância entre a abordagem sobre a condição feminina e as relações de género da imprensa anarquista portuguesa do início do século XX e os pressupostos doutrinários do anarquismo. Sobressaiu uma abordagem onde pontificam: (a) a denúncia sistemática dos estereótipos de género prevalecentes e da sua submissão à moral dominante; (b) o sublinhado da diferença de condições de vida e de condição social entre as mulheres trabalhadoras e as mulheres burguesas; (c) o relevo da íntima relação entre dominação de género e dominação de classe e do seu mútuo contributo para a degradada condição feminina; (d) a afirmação da necessidade de uma efetiva emancipação feminina, dependente de uma profunda mudança social e pessoal, e da capacidade de as mulheres se libertarem, elas próprias, da condição submissa e dependente que lhes prescreve a ordem simbólica e ideológica prevalecente.
Inclui recorte de imprensa sobre Virgínia Quaresma e cartão de visita de Alberta Pereira Jardim